Grupo Pindureta (2014 – Fagulha)

CapaO Grupo Pindureta teve sua estréia oficial em Outubro de 2012, surgindo da união de jovens amigos da cidade de Franca, interior de São Paulo. Em seu primeiro contato profissional com o universo do Samba, os jovens procuram inovar o cenário musical da cidade, sem perder os laços com as raízes do samba tradicional, além de dar um tempero de cada membro.
O grupo aposta na união e no repertório inovador como os diferenciais de uma banda que busca o crescimento a cada dia.

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Júlio Morais (2013 – Júlio Morais)

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Dentro de uma sempre nova diversidade, Recife vem se consolidando a cada momento como celeiro para novos artistas e novas reflexões. A arte nos limites dessa cidade transpõe as barreiras e ganha ares de universalidade. Expandir os pensamentos para todos os caminhos é possivelmente o perfil de uma geração, que sente o desejo de alcançar outros olhares, compartilhando referências.
Júlio Morais desponta no cenário musical como um dos representantes da nova MPB feita na capital pernambucana. Imprimindo seu próprio estilo, bebeu nas influências de artistas consagrados como Nelson Gonçalves, Roberto Carlos, Carlos Lyra, Herbert Vianna, Moska. Com sua voz de timbre suave, traz em suas canções atmosferas cheias de leveza aliando ritmo e poesia. Além do seu trabalho solo, o cantor e compositor Júlio Morais, também vem sendo reconhecido por suas trilhas sonoras para espetáculos de dança e teatro.
Cantor e compositor recifense, Júlio Morais, acompanhado por músicos de grande talento e sensibilidade, traz repertório evidenciando composições autorais e parcerias. Ressalta no palco, a partir de sua performance em cena, o registro delicado dos arranjos e das dinâmicas de execução dos instrumentistas no corpo de cada canção. Essa tem sido uma constância em seu trabalho.
Seus shows nunca são a simples transposição das músicas do disco para o palco, possuem outra carpintaria musical: a pulsão do AO VIVO. Diferencia-se dos climas conseguidos em estúdio por um entendimento caloroso no momento de encontro com o público, contando com os violões do próprio Júlio Morais, com uma afinada banda que o acompanha e participações mais que especiais. “Gosto de dividir o palco com outros músicos que admiro e que me ajudam a somar para ter no final um resultado que vá além do que sou sozinho” (Declara Júlio).
Na voz de Júlio Morais reforçam-se os tons de uma reflexão musical contemporânea sobre o certo e velho sentimento amoroso, sem falsas desmedidas. Esse tem sido o mote dos enredos que tece. O trabalho de Júlio morais é uma confidência ao pé do ouvido e um maravilhoso registro de outros novos tons para a música pernambucana atual.

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Totonho e os Cabra (2005 – Sabotador de Satélite)

capa2522Totonho não para quieto. Foiessa coceira que o tirou do interior da Paraíba e o levou para a capital, da banda de latas para a cooperativa de compositores. Totonho não pára quieto e não vai ficar esperando seus ouvidos encontrá-lo. Conheceu as beiradas do Brasil e os cantos do Rio de Janeiro até que parou. Não Totonho, mas seus trabalho. Parou nos ouvidos do produtor Carlos Eduardo Miranda e não saiu mais.

E Totonho ainda não parou. Essa parceria que gerou em 1999 o disco Totonho e os Cabra, acaba de render mais um excelente trabalho. O CD Sabotador de Satélite é uma obra que fantástica que se apropria da música folclórica brasileira e a retransforma, criando um batidão digital que emula os repentistas Paraibanos em uma festa tecnológica.

Mas se você pensa que a última grande agitação de Totonho foi seu excelente CD está enganado. Totonho inaugura uma nova fase da gravadora Trama. É que seu CD é o primeiro licenciado pela gravadora em Creative Commons. A Trama já havia iniciado um namoro com o CC utilizando as licenças no seu portal Trama Universitário. Namoro este que rendeu a tradução para português do livro Cultura Livre de Lawrence Lessig. Agora a gravadora abraça o projeto e inicia a utilização das licenças em suas músicas. E quem melhor do que Totonho para dar o ponta-pé inicial.

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Aviso aos usuários

Pessoal, estamos aos poucos mudando os posts antigos postados no 4shared. O acervo antigo está sendo aos poucos transferidos para o servidor novo. Pedimos paciência! 90% dos posts estão ok, com download via Torrent, Mega ou direto.

Os arquivos mais novos postados  a partir de março de 2012 estão no nosso servidor que é pago e tem download direto.

Obrigado e salve a música brasileira!

Juniani Marzani

Administrador DNA

 

Euterpe (2015 – Batida Brasileira 2)

CD Euterpe Capa frente_FotorSegundo CD da cantora roraimense Euterpe. A cantora Euterpe inicia 2015 lançando o CD Batida Brasileira 2, o segundo de uma trilogia com a qual a artista promove a valorização da música popular brasileira, privilegiando o trabalho dos compositores da região Norte do Brasil.

Neste segundo disco, Euterpe se reafirma excelente intérprete, com timbre agradabilíssimo e afinação perfeita. Como compositora, expande as fronteiras de seu som, ao dialogar com o universo pop em músicas como “Alguém” e “Loura Linda” (ambas parcerias com Eliakin Rufino; a última remete ao Jorge Ben dos anos 1970, tanto por seu ritmo contagiante quanto pela letra em que uma mesma expressão inicia uma sequência de versos – o seu cabelo é ouro/ o seu cabelo é belo/ o seu cabelo é louro/ é lindo esse amarelo”). Outra composição com ritmo contagiante é o samba “Coração Campeão” (também parceria com Eliakin). Em “Fico com o presente”, a melodia pouco extensa exprime à perfeição a valorização do tempo presente, apontado como superior ao passado e ao futuro na letra de Eliakin Rufino. Já em “Viola goiana”, Euterpe renova a parceria com o poeta Gilberto Mendonça Telles, iniciada no CD anterior.

Euterpe também estreia no álbum como letrista, sendo sua a versão para o francês do poema de Odara Rufino “Oiseau noir”, dedicado à pintora mexicana Frida Kahlo, que sempre se manteve otimista apesar dos inúmeros percalços pelos quais passou. Outra homenageada, em “Casa de Cesária”, é a cantora Cesária Évora, de Cabo Verde; na letra, incorporando vocábulos do dialeto crioulo cabo-verdiano como “cretcheu” (pessoa muito querida), Eliakin Rufino descreve a sensação de visitar a casa onde a artista viveu em Mindelo, em março de 2012; Cesária falecera três meses antes.

A sintonia com o mundo é um traço marcante do disco, que consegue ser uma expressão regional sem jamais cair em clichês regionalistas. Mesmo na faixa de abertura, “Sertão das águas” (Milton Nascimento – Ronaldo Bastos), não há apenas bucolismo nas referências a igarapés, matas e seringais; a letra roga que não venha o fogo queimar/ nem trator correr arrastar/ pra que a vida queira pulsar e correr. Milton lançou “Sertão das águas” em seu LP Txai (1990), parcialmente gravado no Acre e em Rondônia. Robertinho Silva, que faz participação especial nesta faixa, também estava presente na gravação original.

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Marcelo Duani (2014 – Samba, Swing And Other Bossas)

Marcelo Duani - Samba, Swing And Other Bossas (2014)
Marcelo Duani nasceu em 1980 em Viamão, na grande Porto Alegre,  no estado do  Rio Grande do Sul, Brasil. Começou sua carreira não muito diferente da história de outros artistas. Com a música presente em sua casa desde criança,  manifestou o gosto pelas artes, bem cedo. Influenciado pelas músicas que os pais e irmãos mais velhos escutavam, surgiu o interesse pelo canto, e pelo instrumento. Posteriormente o gosto pela composição.

Em 2000 seu primeiro disco lançado, como cantor de um grupo de samba, onde teve suas primeiras experiências profissionais com a música. Este trabalho rendeu entrevistas em Jornais, Revistas, Rádio e Televisão, além de platéias de até 8.000 expectadores em shows de altíssimo nível.

Em 2004 grava seu primeiro disco solo intitulado PÓ DE PIMENTA com produção de Renato Mujeiko e em 2006 troca o Rio Grande do Sul pelo Rio de Janeiro, onde reside por algum tempo.

Em visitas ao Rio Grande do Sul, grava quatro singles: “TROPICAL RIO DE JANEIRO”, “SAUDADES DE VOCE”, “AMIGO” e “COWBOY JORGE”, ( esta última de JORGE BENJOR ),  para divulgação na Cidade Maravilhosa e filma seu primeiro vídeo clipe intitulado “FAZENDO A MÃO”, como locação, a casa de cultura “ARTES & EXPRESSÕES”, na Lapa, reduto boêmio do Rio de Janeiro. Um registro de forma “tosca” e de poucos recursos na época, mas que Marcelo faz questão de ordenar como seu primeiro vídeo clipe para o Brasil, como artista solo.

Tempos depois, grava seu segundo clipe intitulado “TROPICAL RIO DE JANEIRO”, uma canção em homenagem ao Rio, tornando, evidente sua paixão pelo lugar. Este como cenário, as praias do Arpoador e Ipanema.

Segue fazendo shows, entre viagens ao Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em agosto de 2013, do Rio de Janeiro, parte para Paris e Londres, em turnê do disco “FILHO DE XANGÔ – SAMBA EXPORTAÇÃO”, disco que saiu de forma independente no exterior. RENATO MUJEIKO assina novamente a produção musical e a masterização ficou por conta de CIRO MOREAU.

Antes de embarcar para o continente europeu, filma seu terceiro vídeo clipe. Este por sinal, também filmado no Rio, na Enseada da Urca, Praia Vermelha e Botafogo,  intitulado “ATÉ MAIS” com participação de GABRIEL MOURA, um dos fundadores do grupo Farofa Carioca, sobrinho do maestro e clarinetista PAULO MOURA,  e compositor parceiro em canções como “Mina do Condomínio”, “Quem não quer sou eu”, “Alma de guerreiro”, “Amiga da minha mulher”, entre outros grandes sucessos na voz de SEU JORGE.

2014/2015 assina com a gravadora norte-americana AFROBAILE, uma edição especial de seu mais recente disco, intitulado para os EUA como: “SAMBA. SWING AND OTHER BOSSAS”.

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Cascabulho (2014 – O Dia Em Que O Samba Perdeu Pra Feijoada)

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“Soaram as primeiras batidas do tamborim. Foi um prenúncio do improvisado sambista. Em forma de círculo, postaram-se todos e cada um dando vida e voz a agogôs, cuícas e cavaquinhos. E lá permaneceram, sem piscar, a batucar e cantarolar. Esta era a prioridade, o foco. Não havia olhos tampouco ouvidos pra nada mais. Até que o grito de ‘está na mesa’ ecoa na voz de Dona Maria. Era ela, a feijoada, a única capaz de ousar confronto direto com a soberana roda de samba daquele quintal, até então, absolutamente dona da história. E o fez. Chamou pra briga, a danada, e venceu. E em menos de dez segundos, esvaiu-se o círculo e gritou o silêncio para que se formasse a fila em linha reta à mesa em beneficio dos estômagos vazios”.

Esta foi a cena que deu nome ao quarto álbum da banda pernambucana Cascabulho, “O dia em que o Samba Perdeu pra Feijoada”, considerado o mais importante da carreira da banda em 19 anos completados de estrada. Não por acaso. O grupo, no novo trabalho, mixado e produzido pelo primoroso JR Tostoi, tendo o projeto gráfico criado pelo guitarrista e artista plástico Neílton Carvalho, mostra o fruto de um processo criativo maduro, criterioso e cuidadoso, parte de um hiato de quase seis anos desde o último CD, quando a banda dedicou-se aos palcos e aprofundou suas referências sonoras em diálogos mais além com o mundo.

E “O dia em que o Samba perdeu pra Feijoada” tem um significado muito maior que apenas o quarto disco da banda – é longe de ser mais um. Tem, na sua essência, um Cascabulho denso, original e reinventado, que larga por definitivo os apelos das confrontadas referências iniciais entre a musicalidade Rural e Urbana para aceitar a provocação da música pop, que entra de vez neste caldo como tempero indispensável da panela.

Em todas as faixas de “O dia em que o Samba perdeu pra Feijoada”, a percepção não é de negativa quanto à origem, tampouco de recusa desta natureza conflituosa do Rural unido ao Urbano – que deu o devido reconhecimento à banda nos idos do Manguebeat e que continua imexível. A própria faixa que batiza o álbum revela no som e na letra esta sintonia das referências históricas iniciais e atuais, que quando unida a outras como “Santas São”, “Negra Beleza” e “Retratista” (esta última canção de autoria do cantor Otto) surpreende por delatar este novo Cascabulho, que recita versos, brincando como se fossem mantras, acolhendo uma melodia que, agora, desfila muito mais feminina, fluida e comunicativa.

Trata-se de uma releitura antropológica, um momento onde se assume esta condição híbrida iniciada em 2008, com o terceiro álbum, “Brincando de Coisa Séria”, quando já era possível flagrar o flerte com estas novas sonoridades do mundo pop. Nele foram iniciadas estas experiências, no entanto, fundamentadas, aprofundadas e cristalizadas somente hoje, motivo de sobra pra um Cascabulho em celebração por um ano inteiro, de álbum novo até a chegada dos 20 anos, e no aguardo dos muitos mais festejos e dos muitos temperos ainda por vir.

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Arthur Espíndola (2014 – Tá Falado)

IMGCompositor, intérprete, multi-instrumentista e produtor, Arthur Espíndola, faz parte da nova geração de artistas paraenses que vem há algum tempo conquistando seu espaço na cena musical brasileira. Dono de um talento e sensibilidade musical invejáveis, Arthur transborda carisma e personalidade em suas apresentações, cada vez mais procuradas e aplaudidas pelo público.

Dentre os projetos importantes que Arthur participou destaca-se sua seleção para integrar o cast do Show Terruá Pará em São Paulo. O show aconteceu nos dias 13 e 14 de novembro de 2013, no Teatro das Artes e foi um sucesso de crítioca e público. Foi esse projeto que contribuiu de formadecisiva para a projeção nacional de artistas como Gaby Amarantos, Lia Sophia, Dona Onete, e Felipe Cordeiro.


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Conceitualmente, o trabalho de Arthur Espíndola dialoga com o samba e a música amazônica, promovendo o encontro do samba com o carimbó, o lundu, o samba de cacete, o marabaixo, o marambiré e outros ritmos regionais.  É essa mistura inusitada de ritmos e instrumentos como o curimbó, o banjo regional, a barrica e a maraca, unidos ao instrumental tradicional de samba, que inaugura o que Arthur gosta de chamar de Samba Amazônico.

Arthur Espíndola tem 4 videoclipes gravados e disponíveis na internet. Em 2013 ele gravou o clipe da música “Tô Fora de Moda”, com as participações de Felipe Cordeiro, Gaby Amarantos e Mestre Curica, e o clipe “A Passista”, com a participação da Velha Guarda da Mangueira. Em 2014 gravou o clipe “Maliciosa”, com Gaby Amarantos; o clipe “GrandeHotel”, com Wilson das Neves; e clipe  “Tempo Deus”, com Fafá de Belém.

Em junho de 2014 Arthur lançou o CD Tá Falado. O álbum, que tem 12 faixas, sendo 11 autorais, foi produzido por Arthur Espíndola, conta com a participação da Velha Guarda da Mangueira, Gaby Amarantos, Luê Soares, Felipe Cordeiro e Mestre Curica. O CD “Tá Falado” teve a gravação de todas as bases em Belém, por músicos paraenses. Quem o ouve sente a presença dos rítmos amazônicos misturados ao baião, o ijexá e principalmente o samba.

 O repertório do CD serviu de base para a gravação de seu primeiro DVD em novembro de 2014. A gravação aconteceu no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém, e contou com as participações de João Cavalcanti (Casuarina), Gaby Amarantos e Wilson das Neves. Além da cuidadosa direção musical de Igor Nicolai e da direção geral criativa de Zé Paulo da Costa, um dos grandes diferenciais do DVD é o cenário grandioso assinado pelo experiente Fernando Pessoa.

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O Brasil que o Brasil não conhece!