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Muntchako (2014)

Os sujeitos passearam em ruas e vielas distintas, Samuel Mota com o Jah Live e GOG, Rodrigo Barata com o Sistema Criolina e Macaxeira Acioli com a Cabruêra e Hypnotic Brass Ensemble, até que em tarde ensolorada, entre malte gelado e risadas, veio o exílio num Cafofo. Emojubá, menino catarrento de pés descalços no latossolo da cidade alta de Totridis Laredfe – Norte de Alilísbra, silva longo seu primeiro sopro. Puxe a cadeira, deixe o tempo passar, se der vontade deixe a cadeira pra lá e pode balançar a bundinha.


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Pio Lobato - Foto - Bruno Pellerin

Pio Lobato (2007 – Esboço)

esboço

Guitarrista com mais 20 anos de carreira, Pio Lobato é hoje um dos ícones da guitarrada. Seu nome passou a ser referência para o ritmo no início dos anos 2000, ao ser incluído no projeto Cartografia Musical Brasileira, do “Rumos Itaú Cultural”. Na época, o Pio então guitarrista da banda Cravo Carbono, deu vazão ao trabalho de pesquisa que iniciou ainda na Universidade Federal do Pará, nos anos 90, quando entrou em contato com musicalidade de Mestre Vieira, o criador da “guitarrada”. Com uma experiência que passa pelo rock de bandas como Anjo do Abismo e Cravo Carbono, Pio Lobato consolidou seu trabalho no experimentalismo de loops e guitarras. Seu novo trabalho recebeu seu próprio nome e será apresentando ainda no primeiro semestre de 2014 a partir de viabilização de patrocínio colaborativo. Seu pioneirismo em estudar a “guitarrada”, gênero surgido nos anos 70 da fusão original de choro, merengue e jovem-guarda na técnica de guitarristas da região, criado por Mestre Vieira de Barcarena, o tornou um de seus principais expoentes.

Buscando por um caminho próprio para suas composições instrumentais, o músico trabalha com ferramentas, efeitos, loops e texturas típicas do vocabulário pop eletrônico atual e passeia por territórios como o rock, o choro ou a guitarrada, e ainda por gêneros regionais mais recentes, como o tecnobrega ou o cybertecno de Belém do Pará. O resultado dessa somatória difere de timbres e ritmos mais comuns trazendo a marca seu trabalho: o trânsito entre o tradicional e o experimental.

Nos últimos 5 anos, Pio tem participado ativamente como curador de festivais, dentre os quais: Prêmio Procultura Palcos Musicais Permanentes em 2011, Prêmio Funarte de Música Brasileira 2013, Rumos Itaú Cultural 2010 e 2012, e Edital Natura Musical Pará, em 2013.

Em paralelo à carreira solo, Pio Lobato também integra, como guitarrista e produtor o trabalho de Dona Onete, também grande expoente da música produzida no Pará; além de continuar experimentações com o projeto Massa Grossa.

Por: Dani Franco

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Alessandra Leão (2014 – Pedra de Sal EP)

2014 Pedra de Sal - EP (capa)

O Disco Pedra de Sal é o primeiro capítulo do novo ciclo criativo de Alessandra Leão, Língua, que será lançado no formato de três EPs: Pedra de Sal, Aço e Língua. O disco, que tem direção artística de Alessandra e produção musical de Caçapa, é um lançamento do selo Garganta Records em parceria com a YB Music. Dentro da trajetória artística de Alessandra, Língua é um mergulho profundo na construção e desconstrução do seu processo criativo, um salto em direção a uma sonoridade visceral, pessoal e intensa. Em fronteiras que se dissolvem, a música de Pedra de Sal abre-se ao ruído e à fragmentação e reinventa sua relação com a polifonia de matriz africana e com a tradição musical do Nordeste. O primeiro EP apresenta duas composições de Alessandra (Pedra de Sal e Mofo), duas parcerias com Kiko Dinucci (Tatuzinho e Devora o Lobo), além de Doutrina e Toque de Yemanjá, uma recriação de toadas tradicionais do Babassuê de Belém do Pará e do Xangô do Recife (originalmente gravadas pela Missão de Pesquisas Folclóricas, idealizada por Mário de Andrade, em 1938). O disco conta com a participação de Caçapa (guitarra e arranjos), Rafa Barreto (guitarra), Missionário José (baixo), Mestre Nico (percussão), Guilherme Kastrup (bateria e percussão), Kiko Dinucci (voz e guitarra), Juçara Marcal (voz), Sandra Ximenez (voz) e Lurdez da Luz (coro). Tem co-produção musical de Kiko Dinucci e Guilherme Kastrup nas faixas Tatuzinho, Mofo e Devora o Lobo e co-direção artística de Luciana Lyra. O projeto gráfico é assinado por Vânia Medeiros, com fotografia de Tiago Lima e figurino da marca Francisca, de Virgínia Falcão. É o encontro desses pares que expande os limites da música de Alessandra e fortalece o diálogo com outras linguagens artísticas: uma teia de sons, poesia, artes cênicas e visuais. Assim, Pedra de Sal abre espaços íntimos entre linguagens. Espaços de invenção e criação, de transgressão e ruptura. Do íntimo que se pode partilhar. Histórico Alessandra Leão é percussionista, compositora e cantora. Iniciou sua carreira em 1997 com o grupo Comadre Fulozinha e atuou ao lado de músicos como Antônio Carlos Nóbrega, Siba, Silvério Pessoa, Kimi Djabaté (Guiné Bissau), Florencia Bernales (Argentina), entre outros. Em 2006, Alessandra deu início ao seu trabalho autoral, com o elogiado Brinquedo de Tambor. Produzido e arranjado em parceria com o violeiro, compositor e arranjador Caçapa. Em 2008 lançou o CD do projeto Folia de Santo, idealizado, coordenado e produzido por ela. Em 2009, lançou seu segundo CD solo Dois Cordões, com patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo e produzido por Caçapa. Nesse mesmo ano compôs a trilha sonora do espetáculo teatral Guerreiras, de Luciana Lyra, lançado em livro+CD em 2010. Tem realizado turnês no Brasil, Argentina, Colômbia, França, Bélgia, Portugal e Holanda.

Site oficial

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Tassia Reis (2014 – EP)

tassia-reis-epTássia dos Reis Santos, mais conhecida como Tássia Reis, é natural de Jacareí e despertou ainda jovem seu gosto pelas artes, iniciando os primeiros passos num projeto de dança em sua cidade natal. Com uma doce e inconfundível voz, vem mostrando seu talento desde 2011 com participações em diversos trabalhos ao lado de cantores conhecidos principalmente no rap nacional como: Marcelo D2, Rashid, AXL, o grupo Mental Abstrato e foi backing vocal da cantora Clawdia Ejara. Em 2013, deu início a sua carreira solo, lançou o videoclipe da música ‘Meu Rapjazz’, que obteve uma ótima aceitação do público e de profissionais do ramo, dando mais visibilidade ao seu trabalho. Foi convidada pelo fotógrafo Rafael Kent a participar do projeto Studio62, um registro intimista de uma das mais novas composições, a música “Bêbada de Feriado”. Além foi recentemente convidada para abrir a turnê em comemoração de 25 anos do grupo Racionais Mc’s.
Acaba de lançar seu primeiro trabalho intitulado “Tássia Reis” , um EP de 7 faixas que revelam versatilidade e bom gosto, sendo aclamado pela mídia especializada, conquistando ainda mais seu público, e disseminando a novos ouvintes .

Sobre o EP
“Busco mostrar em diversas situações, as minhas angústias, as minhas insatisfações e críticas, ora sarcásticas, ora mais sóbrias, sobre a sociedade e também sobre as relações interpessoais. Com o intuito de evidenciar meus desejos, esperanças amorosas e mensagens positivas, me expresso resgatando do íntimo dos meus pensamentos a tradução para essas canções. Este projeto traz a minha pluralidade, forte influência do R&B, Jazz, MPB, da música negra como um todo, que será apresentado ao lado do DJ Dedé e de minha fiel backing vocal Lívia Mafrika”.

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Rafael Dutra (2014 – Oasis de Vidro)

Capa - Oásis de VidroMisturar é a essência do som.

Maracatu, rock, samba, groove, jazz, psicodelias, congas e guitarras elétricas, cordas e metais, tensões e sutilezas dão vida à esse mosaico sonoro que é o Oásis de Vidro.

Pra dar a liga à mistura, sua a banda conta com Fernando Delgado na bateria, Christiano de Souza na percussão, Ricardo Campos no baixo e violoncelo e Pedro Delgado na guitarra e viola caipira.

Em seu primeiro disco, Rafael reuniu participações de importantes músicos da cena mineira, como Sérgio Pererê, Felipe José, Leandro César, Irene Bertachini, Gustavito, Eduardo Delgado, Adriano Goyatá, João Machala, Edson Fernando, Rafael Pimenta, Marcelo Fonseca, Bruno Paiva e o tablista inglês Mendi Mohinder Singh. O CD foi mixado e masterizado por Ygor Rajão no Labirinto Studio. As fotos e projeto gráfico são de Felipe Chimicatti.

O CD foi lançado em setembro de 2014 pelo site Jardim Elétrico, e já teve mais de 6.000 downloads até o momento.

Um som inventivo e de pegada intensa.

Site oficial

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Siricutico (2014 – Siricutico)

coverAs músicas do Siricutico, ao que tudo indica, são feitas para as crianças. As apresentações do quarteto, no entanto, sempre contam com pais e mães na plateia curtindo a performance tanto quanto ou até mais que seus filhos. Essa mistura de música infantil para adultos e música adulta para crianças foi parar no primeiro disco do grupo, que foi lançado com um show no Teatro do Paiol no sugestivo dia 12 de outubro.

É inegável que as letras e muitos dos elementos do Siricutico são fatores lúdicos que conquistam o público de menor idade. A sonoridade, porém, foge um pouco do que se convencionou chamar de música infantil. As canções escolhidas para fazer parte do álbum remetem a uma viagem musical por diversos ritmos e timbres. O quarteto agrega gêneros musicais como afrobeat, samba, baião, ciranda, rock, blues, entre outros, levando às crianças uma diversidade musical extensa. Tudo isso em meio a brincadeiras, jogos, trava-línguas, histórias, poesias e danças.

Formado pelos atores e arte-educadores Marc Olaf Thiessen – violão, viola, acordeon, piano e arranjos, Má Ribeiro – voz e acordeom, Isadora Flores – piano,voz e percussão e Marcel Cruz – voz, flauta, bateria e percussão, o grupo se destaca por conseguir agradar o público de 0 a 100 anos.

O encarte do disco apresentará, em cada faixa, ilustrações e pequenas histórias, e além da letra das canções cifradas, citará elementos do processo de gravação, a instrumentação utilizada, contendo 24 páginas de conteúdo. O disco “Siricutico” é um projeto viabilizado pelo Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba e contou com o patrocínio do Colégio Positivo.

Trajetória

O repertório e toda a concepção artística do CD são frutos da primeira montagem do grupo, que teve sua estreia no início de 2011 com o espetáculo “Ziriguidum”. A montagem reunia composições próprias e algumas canções tradicionais da cultura popular, resgatando elementos de brincadeiras da infância.

Desde 2012, o grupo dedica-se ao seu show autoral, onde reúne uma gama de instrumentos e ritmos, dedicados a aproximar as crianças do universo musical de forma lúdica e interativa.

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_Arte

A dois dará (2014 – A dois dará)

_ArteO projeto tem como objetivo registrar músicas inéditas, parcerias de ao menos dois compositores, bem como gravar os seus clipes.

No dia 16/10/2014 foram disponibilizadas as primeiras nove músicas do projeto, que possuem harmonias, melodias e palavras compostas por Eric Magalhães, Neila Kadhí, Camilo Aggio, Duda dos Anjos, Dimazz e Paulo Mutti.

Entre os músicos, Neila Kadhí e Camilo Aggio, duas vozes promissoras da nova música popular brasileira, além de instrumentistas extraordinários, como o violonista e guitarrista Paulo Mutti e o gaitista Luiz Rocha.

As parcerias entre compositores com formações e experiências musicais distintas proporcionaram músicas que transitam entre diversos gêneros populares, como o samba, a marchinha, o pop e o rock and roll, o que provoca movimento na sua audição e, também, reflexão, já que as músicas abordam temas universais, como a solidão, o preconceito e o amor.

Tudo registrado em Salvador, na Bahia, de forma independente.

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