Wado (Discografia 2001 – 2013)

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Wado é o nome artístico de Oswaldo Schlikmann Filho, um cantor e compositor brasileiro de música popular brasileira, nascido em Florianópolis e radicado em Maceió desde os oito anos de idade. Seu estilo musical possui influências do samba, do rock e inúmeros representantes da MPB. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas.

Seu álbum de estréia, “Manifesto da Arte Periférica” em 2001, foi aclamado pela crítica.1 2 A partir de então, passou a se apresentar em inúmeros festivais e eventos regionais, nacionais e internacionais.

No ano seguinte, lançou o álbum “Cinema Auditivo” e em 2004 lançou “A Farsa do Samba Nublado”, ambos igualmente bem recebidos pela crítica especializada.3

Em meados de 2005, junto com os Alvinho Cabral e Marcelo Frota, deu início ao projeto que criaria o grupo Fino Coletivo.4 O músico se desligaria da premiada banda5 6 mais tarde, para dar continuidade seus projetos solo.

Em 2008 lançou seu quarto álbum solo, “Terceiro Mundo Festivo”. Ainda em 2008 foi premiado pelo Projeto Pixinguinha, que o permitiu se apresentar em diversas cidades de Alagoas, bem como produzir de forma independente seu quinto álbum, “Atlântico Negro”. “Atlântico Negro” possui duas faixas com trechos do escritor Mia Couto, com quem assinou parceria para este trabalho.

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Tonho Crocco (2016 – Das Galáxias)

Com produção assinada por MoMo King, o cantor, compositor e instrumentista Tonho Crocco, também vocalista do grupo gaúcho de pop rock Ultramen, faz um convite a uma viagem intergalática em seu novo trabalho-solo, intitulado Das Galáxias.

O segundo disco solo de Tonho Crocco traz em sua faixa de abertura “O Corpo e Seus Limites”, um drum’ bass gravado com dezenas de canais de beatbox.

Dando o tom dançante da obra, com influências de afrobeat e outras combinações da música africana, a canção “Baobá” tem a participação do cantor e compositor de rap e hip hop BNegão.

“Zerado o Placar” a terceira das nove faixas que compõem o disco, foi escolhida como single de abertura por representar as suas influências internacionais e, principalmente, a escola do soul brasileiro, consolidada pelos cantores e compositores Tim Maia e Cassiano – inspirações que o artista leva desde o início da carreira. A balada soul, que tem a participação de Camila Lopez e Eduardo Pitta nos vocais, ganhou um videoclipe lançado em 26 de agosto.

A instrumental “ARP 87” traz referências do renomado maestro, arranjador, instrumentista Lincoln Olivetti e da banda carioca  Black Rio.

”Das Galáxias” – faixa que dá nome ao disco – e ”Águas e Quebradas” exaltam a influência de swing/samba/rock de Tonho Crocco, adquiridas por meio de expressivos nomes da música brasileira, como Luís Vagner e Bedeu.

Eduardo Pitta também divide a autoria do samba de breque “O Bonde da História” e engrossa os vocais no samba “É com Jabá” que, além de Crocco, tem a letra assinada por Carlinhos Presidente.

O álbum de estética solar termina com “Além dos Meus Lençóis” um samba-canção que bem poderia ser a trilha de algum caso de amor perdido pela Cidade Baixa.

Para Tonho Crocco, “cada pessoa é um universo, um microcosmo à procura de felicidade e amor. A beleza disso é justamente a possibilidade desse encontro. Desse eterno ballet celestial das galáxias”. E é justamente este efeito que o cantor gaúcho propõe causar com o seu novo trabalho.

Além de Crocco (voz, guitarra e teclado), a obra é acompanhada pela Banda Partenon 80, formada por Everton Velasquez (baixo), Marco Farias (teclado), Gelson Ribeiro (bateria), Bruno Coelho (percussão), Roberto Scopel (trompete), Dejeane Arruee (trombone), Rodrigo Siervo (saxofone e flauta).

O projeto, que inclui a gravação do disco e shows de lançamento em três cidades, foi contemplado pelo edital Natura Musical Rio Grande do Sul 2015.

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Lula Côrtes (Discografia)

Luiz Augusto Martins Côrtes (Recife, 9 de maio de 1949 — Recife, 26 de março de 2011), mais conhecido como Lula Côrtes foi um cantor, compositor, pintor e poeta brasileiro.

Foi um dos primeiros a fundir ritmos regionais nordestinos com o rock and roll, juntamente com Zé Ramalho e outros artistas.

Em dupla com Lailson, lançou no início de 1973 o álbum Satwa, o primeiro disco independente da música brasileira moderna, com a participação de músicos que depois ficariam consagrados, como Robertinho de Recife. O álbum chegou a ser relançado na década de 2000 nos Estados Unidos pela gravadora Time-Lag Records.

Em 1975, lança o raro e cultuado álbum Paêbirú em dupla com Zé Ramalho. Quase todas as cópias do álbum foram destruídas em uma inundação, tornando-o muito difícil de ser encontrado. O álbum foi relançado em 2005 pela gravadora alemã Shadoks Music, e em 2008 na Inglaterra pelo selo Mr. Bongo.

Em 1976 fez parte da banda de Alceu Valença.  Após isso, gravou alguns álbuns solo pela gravadora Rozenblit que nunca foram lançados. Entre eles está Rosa de Sangue, que em 2009 foi finalmente lançado pela gravadora estadunidense Time-Lag Records. Em 1980 finalmente teve um álbum solo lançado, chamado O Gosto Novo da Vida, pela gravadora Ariola.

Durante a década de 1980, a maioria de seus trabalhos foram produzidos com a banda Má Companhia. Côrtes também não deixou de fazer algumas colaborações com Zé Ramalho em outros álbuns, incluindo o álbum de estreia do cantor de 1978, Zé Ramalho, o De Gosto de Água e de Amigos de 1985 e o Cidades e Lendas de 1996.

Também publicou livros de poesia.

Na madrugada do dia 26 de março de 2011, Lula Côrtes faleceu aos 61 anos, vítima de um câncer na garganta, no Hospital Barão de Lucena em Recife.

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Belchior (Discografia)

Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, conhecido simplesmente como Belchior (Sobral, 26 de outubro de 1946 – Santa Cruz do Sul, 29 de abril de 2017), foi um cantor e compositor brasileiro. Foi um dos primeiros cantores de MPB do nordeste brasileiro a fazer sucesso nacional, em meados da década de 1970.

Durante sua infância, no Ceará, foi cantador de feira e poeta repentista. Estudou música coral e piano com Acácio Halley. Seu pai tocava flauta e saxofone e sua mãe cantava em coro de igreja. Tinha tios poetas e boêmios. Ainda criança, recebeu influência dos cantores do rádio Ângela Maria, Cauby Peixoto e Nora Ney. Foi programador de rádio em Sobral. Em 1962, mudou-se para Fortaleza, onde estudou Filosofia e Humanidades. Começou a estudar Medicina, mas abandonou o curso no quarto ano, em 1971, para dedicar-se à carreira artística. Ligou-se a um grupo de jovens compositores e músicos, como Fagner, Ednardo, Rodger Rogério, Teti, Cirino entre outros, conhecidos como o Pessoal do Ceará[1].

De 1965 a 1970 apresentou-se em festivais de música no Nordeste. Em 1971, quando se mudou para o Rio de Janeiro, venceu o IV Festival Universitário da MPB, com a canção Na Hora do Almoço, cantada por Jorge Melo e Jorge Teles, com a qual estreou como cantor em disco, um compacto da etiqueta Copacabana. Em São Paulo, para onde se mudou, compôs canções para alguns filmes de curta metragem, continuando a trabalhar individualmente e às vezes com o grupo do Ceará.

Em 1972 Elis Regina gravou sua composição Mucuripe (com Fagner). Atuando em escolas, teatros, hospitais, penitenciárias, fábricas e televisão, gravou seu primeiro LP em 1974, na gravadora Chantecler. O segundo, Alucinação (Polygram, 1976), consolidou sua carreira, lançando canções de sucesso como Velha roupa colorida, Como nossos pais, que depois foram regravadas por Elis Regina e Apenas um rapaz latino-americano. Outros êxitos incluem Paralelas (lançada por Vanusa) e Galos, noites e quintais (regravada por Jair Rodrigues). Em 1979 no LP Era uma Vez um Homem e Seu Tempo (Warner) gravou Comentário a respeito de John (homenagem a John Lennon), também gravada pela cantora Bianca. Em 1983 fundou sua própria produtora e gravadora, Paraíso Discos, e em 1997 tornou-se sócio do selo Camerati. Sua discografia inclui Um show – dez anos de sucesso (1986, Continental) e Vício elegante (1996, GPA/Velas), com regravações de sucessos de outros compositores.

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Sambê (2015 – Baile Pernambucano)

Um show sobre a história musical de Pernambuco. Um caldeirão sonoro com arranjos modernos e batidas dançantes que reúne músicas de autores consagrados como Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Chico Science entre outros. Os clássicos da música pernambucana foram revisitados e ganharam versões arrojadas com influências latinas e africanas envolvidas por uma atmosfera tropical e cosmopolita. Idealizado pelo cantor e compositor Sambê, que comemora 10 anos de carreira, o Baile Pernambucano é uma celebração sob os diversos ritmos e cores desta cultura. Um lugar de encontros sonoros do passado e do futuro. O álbum foi produzido e dirigido por Sambê em Recife, e conta com as participações especiais de Maciel Melo e Silvério Pessoa.

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Juniani Marzani – Founder/Editor de Conteúdo

Ba-Boom (2012 – Incendeia)

Um grande encontro da banda Ba-Boom com artistas de estilos diferentes entre si, mas que propõe uma unidade sonora e conceitual. Quando uma banda de 11 integrantes resolve fazer música com mais 9 pessoas, as possibilidades musicais se multiplicam. Juntos, esses 20 músicos e musicistas lançam o EP “Somosum”, um projeto que ultrapassa os limites da banda Ba-Boom e se consagra como construção coletiva.

“Somosum” é uma troca, onde a banda se traduz em cada participação do disco e cada uma delas se traduz na banda. Essa troca simboliza a força da coletividade e o poder da música como linguagem universal, capaz de conectar e fortalecer as pessoas, mesmo diante das diferenças.

Na era da individualidade e da competição, ressaltar a necessidade do coletivo para dar sentido ao plano individual é um ato de resistência cultural. Arte para além do ego e da pura estética, música para além do simples entretenimento, onde vida e obra se misturam no diálogo com a realidade.

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Fernando Pellon (2016 – Moribundas Vontades)

Com um estilo peculiar de compor, Fernando Pellon provoca sentimentos em quem ouve suas músicas.

“Moribundas vontades” é o terceiro CD de Fernando Pellon, que segue construindo um raro acervo musical. O primeiro foi “Cadáver pega fogo durante o velório” (1983), o segundo “Aço frio de um punhal” (2010). De acordo com o cantor e compositor, o trabalho atual é um retorno ao projeto que deu início à sua carreira musical, com o objetivo de alcançar o resultado a que ele se propunha: a evolução estética do seu trabalho.

Quando lhe perguntam qual dos seus Discos ele considera o melhor de suas produções, ele diz que “os três discos se complementam como parte de um percurso estético em evolução”. O Disco reúne 12 composições, oito delas com letras e melodias do próprio Fernando Pellon: “Moribundas vontades”, “Na sórdida mesa de um botequim”, “Cheirando a formol”, “Samba de São Thiago (Thiago, 5 – 1,6)”, “Falsa cleptomania”, “Noites desnúpcias”, “Loucos varridos ou Torquato e Walter passeiam na rua do Aldir” e “De forma insuspeita”.

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Ricco Duarte (2016 – Ricco #latinoamericano)

Ricco Duarte é jornalista, cantor e compositor. Nasceu em Salvador na Bahia e é radicado no Rio de janeiro desde os anos oitenta. Em 1995, lançou o seu primeiro CD autoral, “Tudo é música” produzido pelo guitarrista Luiz Brasil. Dois anos depois, veio o disco “Menino buliçoso”, também autoral e a participação na coletânea “Simplesmente bossa”, produzido por Ugo Marotta para o mercado italiano.
 

Seu mais recente trabalho – RICCO #latinoamericano – distribuído pela Tratore, é produzido por Roberto Alemão Marques (mesmo produtor de “Mercosul”, do guitarrista argentino Victor Biglione, indicado ao Grammy latino de música instrumental) e tem como convidados especiais, o próprio Victor Biglione e Marcos Ariel. O CD traz doze músicas inéditas, todas de autoria de Ricco Duarte, que a partir do samba, passeia pelos ritmos latino e americano como o bolero, o tango e o blues.

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