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Esdras Nogueira (2014 – Toca Hermeto Pascoal / Capivara)

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Esdras Augusto Nogueira Filho, nasceu em Brasília em 1979. Aos 14 anos, começou a estudar saxofone. Um ano depois, entrou para a Escola de Música de Brasília e em 1999 ingressou no curso de Música da Universidade de Brasília. No ano de 2001, foi para a Alemanha tocar em cidades como Colônia, Oberhausen e Manheinn a convite de uma empresa de circo Alemã, com um grupo formado por brasileiros tocando música brasileira. Após seis meses na Alemanha, seguiu com o mesmo grupo, rumo à Itália, onde tocou durante um ano e oito meses, passando por cidades como Nápole, Milão, Sardenha, Sicília, Parma, Rimini, Cagliari, entre outras. Retornou a Brasília em 2003 para finalizar o curso de Bacharel em saxofone, concluído no segundo semestre de 2005. Continuou, também, o trabalho com o grupo Móveis Coloniais de Acaju.

Com o Móveis Coloniais de Acaju, desde 2000, já tocou em quase todas as capitais do Brasil e em Festivais como o Planeta Terra, Rock in Rio, Bananada, Abril Pró Rock, Porão do Rock, Festival Natura Musical, e o Móveis Convida, que a própria banda produz em Brasília.

A banda já lançou três discos de estúdio o “Idem” em 2005 com produção do Rafael Ramos, em 2009 o “C_mpl_te”, e em 2014, o “De Lá Até Aqui”, ambos com produção de Carlos Eduardo Miranda. Além disso, também lançou o cd ao vivo “Móveis e Bocato”, o DVD “Móveis Coloniais de Acaju ao vivo no Auditório Ibirapuera”, e em 2014 lançou um filme sobre Brasília, que teve a direção de José Eduardo Belmonte, o “Mobília em Casa – Móveis Coloniais de Acaju e a Cidade” .

Com o Móveis, dividiu o palco com nomes como Hamilton de Holanda, Bocatto, Lenine, Pato Fu, Letieres Leite e Orquestra Rumpilezz, Mariana Aydar, Los Hermanos, Galinha Preta e Gaby Amarantos.

Atualmente, também desenvolve um trabalho de pesquisa do sax barítono na música brasileira e já fez apresentações ao lado de nomes como Guinga (violão), Diogo Nogueira, Wilson das Neves, Carlos Malta (sax e flauta), Lula Galvão (guitarra), Eduardo Neves (saxofone tenor e flauta), Nicolas Krassik (violino), Gabriel Grossi (gaita), Leo Gandelman (saxofone).

Capivara é o lançamento do seu primeiro trabalho solo com o saxofone barítono, interpretando as composições de Hermeto Pascoal, e traz nove músicas do Hermeto, contando um pouco da história do músico. Para esse disco, Esdras teve a participação de importantes músicos de Brasília: Dudu 7 cordas, Marcus Moraes, Vavá Afiouni, Célio Maciel, Leo Barbosa e Gustavo Dreher. Fazer esse disco foi muito divertido. Uma grande aventura, onde foi explorado um pouco da diversidade musical de Hermeto, complexa, com melodias lindas, ritmicamente muito rica e, principalmente, muito brasileira. O Disco é uma homenagem ao Hermeto e à música brasileira.

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Eddie

Eddie (Discografia 1998 – 2011 + Extras)

Eddie-discografiaHá quase 25 anos fervendo seu caldeirão sonoro de punk rock, surf music, reggae, frevo e samba, a Eddie com seu balanço particularíssimo vem fundindo ritmos, criando novas ambiências e quebrando os paradigmas. Música orgânica, que não segue padrões de exatidão, a banda pernambucana olindense é uma legítima representante da música popular urbana que se faz hoje no Brasil.

Seguindo na estrada com Fábio Trummer (guitarra & voz), Urêa (percussão & voz), Andret (trompetes, teclados & samplers), Kiko (bateria) e Rob (baixo), a sonoridade cada vez mais original da Eddie pode ser conferida em seus cinco registros, sempre feitos em comunhão com parceiros-produtores de toda vida: Sonic Mambo (Roadrunner, 1998), Original Olinda Style (independente, 2002), Metropolitano (independente, 2006), Carnaval no Inferno (independente, 2008) e Veraneio (independente, 2011).

“Temos nossa musicalidade, nosso jeito de compor, tocar e contar nossas histórias. Uma narrativa Original Olinda Style. Um jeito de ver Olinda por todas as cidades, e de ver em todas as cidades as Olindas que elas são! Música com nosso sotaque, mas falando na língua da música do mundo”, resume o compositor Fábio Trummer.

Show síntese de tudo que a banda olindense viveu nestes anos de existência, é no palco que a Eddie propaga de forma mais certeira seu groove particularíssimo. Sua música, descontraída e extremamente dançante, gera uma atmosfera vibrante, calorosa e de alegria contagiante, como o clima das ruas do carnaval de Olinda!

Tocando no Recife, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro ou em qualquer cidade brasileira (e a Eddie já se apresentou em dezenas delas!!) a empatia entre o grupo e o público é impressionante. Ninguém, nem mesmo aqueles que estão indo pela primeira vez ao show da banda, escapam de cantar, lá pelas tantas, em alto e bom som o refrão “EU SOU EDDIE!”.

Feito! O clima catártico provocado pelo inconfundível original Olinda style acaba de conquistar mais um fã! Não é à toa que a Eddie tem público cativo onde quer que vá.

Eddie – Breve Histórico
Por Roberto Azoubel, a.k.a. Doutor Estranho
Olinda, 1989. Datar como de costume, como de costume, na Marim dos Caetés, quebrada-cenário de nossos manuais de história e chapações. “Lembra quando Nassau…? E daquela cachaça?” Duvido! Mas, recordo que foi neste ano que ouvi Pixies+Ramones+Dead Kenneds+frevo, entre outros pesos e bossas, ecoar na rua do Sol (salve o velho Pocolouco!). Todos liquidificados num só nome: Eddie.


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A verdade é que desde o fogo holandês que varreu a velha vila, não se via tanto calor, transformado agora em massa sonora. Olinda e seus arredores, ainda pré-manguebeat, traduzia sua pegada, seus tipos, seus desejos, em 3 acordes e muita maloqueiragem – o Original Olinda Style em seu legítimo cavalo…

Mas as labaredas do incêndio, desta vez, não ficaram só por ali. Propagaram-se pelo mundo nas turnês da banda pelo Brasil e pela Europa. Espalharam-se também através dos seus 5 registros em discos, tocados nos mais dignos sound-systems.

Escrete com sonoridade própria, cheia de grooves peculiaríssimos e experimentações inflamáveis, a Eddie é capaz de incendiar até o mais frio dos terreiros do velho mundo, de levantar o fogo morto de ritmos quentes abafados pelo discurso da tradição, como o próprio frevo (o hit “Quando a maré encher” é frevo, meu bem!), entre outras façanhas infernais.

Fica, então, o alerta: a Eddie é combustão certeira. Cuidado, principalmente se você brinca com álcool.

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Os Mutantes (Discografia 1968 – 2013 + Extras)

capaOs Mutantes é uma banda brasileira de rock psicodélico formada durante o Tropicalismo no ano de 1966, em São Paulo, por Arnaldo Baptista (baixo, teclado, vocais), Rita Lee (vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais). Também participaram do grupo Liminha (baixista) e Dinho Leme (bateria).

A banda é considerada um dos principais grupos do rock brasileiro. Assim como grande parte dos grupos dos anos de 1960, Os Mutantes foram fortemente influenciados por The Beatles, adotando inúmeros elementos musicais da banda britânica. No entanto, os músicos brasileiros eram também mergulhados em sua cultura local, exercendo sua própria criatividade na utilização de feedback, distorção e truques de estúdio de todos os tipos, assim como era feito pelo quarteto de Liverpool e pelo grupo The Beach Boys. Nesse sentido, os Mutantes foram pioneiros na mescla do rock and roll com elementos musicais e temáticos brasileiros. Outra característica do grupo era a irreverência. Pois como Os Mutantes, passou a existir uma espécie de mistura da música estrangeira com a brasileira e a adição de novas ideias, com doses de experimentalismo, abrindo, assim, o caminho para o hibridismo musical.mutantes-paris

Os Mutantes iniciou suas atividades em 1966, como um trio, quando se apresentaram no programa O Pequeno Mundo de Ronnie Von da TV Record. O grupo foi batizado como Mutantes pelo próprio Ronnie Von, antes da estréia na TV. O grupo até então chamava-se Os Bruxos e a sugestão veio do livro O Império dos Mutantes, de Stefan Wul, que Ronnie estava lendo na época. O grupo logo se tornou um dos principais expoentes da nova MPB influenciada pela Tropicália até terminar em 1978 com apenas Sérgio Dias como integrante original. Ao longo destes doze anos, foram gravados nove álbuns – sendo que dois deles, O A e o Z e Tecnicolor, foram lançados apenas na década de 1990. Foi nessa década que foi reconhecida no cenário do rock nacional e internacional a importância dos Mutantes como um dos grupos mais criativos, dinâmicos, radicais e talentosos da era psicodélica e da história da música mundial. Em 2006, a banda se reuniu, sem Rita Lee ou Liminha, mas contando com a presença de Arnaldo Baptista e com Zélia Duncan nos vocais. No ano seguinte, Arnaldo e Zélia se desligaram da banda, que foi recomposta com outros músicos e continua a fazer shows sob a liderança de Sérgio Dias, único membro restante da formação original.

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Da Silva & D’malassombrosband (2012 – e o pior que isso tudo)


CapaPaulo Ricardo da Silva, ou Maguinho da Silva, trabalha com música a mais de quinze anos, já fez parte das bandas potiguares Zaratustra, Casa de Orates e daSilva e a Síncope. E esse ano, finalmente, lança o primeiro disco que leva seu nome: dessa vez acompanhado da big band d’malassomBROSband – de um DJ a uma sessão de metais, os músicos não deixam o som cair em nenhum momento.

Para um disco que contém músicas compostas em épocas completamente diferentes, o resultado é surpreendentemente coeso e contemporâneo. Uma espécie de manguebeat que cresceu e aglutinou mais referências, um funk de BNegão ou um samba de Mundo Livre – inclusive a imagem de Maguinho da Silva no palco empunhando um cavaquinho faz logo pensar em um Fred 04 natalense. Num momento em que Natal parece estar acordando e buscando uma identidade própria que seja tão forte quanto aquela que se idealiza nos pernambucanos, uma vontade de criar uma cena coesa, identificável de longe, auto-suficiente (uma crise de identidade parecida com a que João Pessoa tem passado nos últimos anos – e que só agora dá sinais de que vai passar), o E o Pior Qu’isso Tudo Não é Ficção funciona muito bem como a afirmação de uma identidade natalense. Se dá pra dizer que o trabalho é influenciado pelos conterrâneos – e colegas – como MC Priguissa, DuSouto, Orquestra Boca Seca… – dá pra ver que ele também influenciará muita gente. Aí pra vocês, uma amostra da cena natalenseTexto: Harmonice Musices Odhecaton

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Camarones Orquestra Guitarrística (2013 – O Curioso Caso da Música Invisível)

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O quarteto instrumental potiguar Camarones Orquestra Guitarrística completa cinco anos de atividade lançando seu mais novo álbum “O Curioso Caso da Música Invisível”. A banda mistura elementos de rock, ska e surf music e é conhecida como um dos grupos independentes mais ativos do Brasil. O Camarones tem mais de 400 shows na carreira e já passou por todas as regiões do Brasil. Na América Latina a banda contabiliza 3 turnês em cidades do Uruguai e Argentina.

No circuito da música independente, o Camarones também se destaca como uma das bandas que mais trabalha em prol da formação de público e da consolidação de novas rotas para circulação de artistas, já tendo visitado mais de 45 cidades brasileiras.

A banda também possui várias parcerias com músicos de todo o Brasil e do Rio Grande do Norte. O segundo disco da banda, “Espionagem Industrial” é dividido em 2 lados, sendo um deles todo com músicas compostas em parcerias com outros artistas. Recentemente fez um vídeo de lançamento do seu mais novo álbum com vários músicos convidados de bandas locais tocando-o junto com o Camarones.

Formado pelos músicos Ana Morena (baixo), Anderson Foca (guitarra, teclado e efeitos), Yves Fernandes (Bateria) e Fausto Alencar (guitarra), a banda já tocou em praticamente todos os grandes festivais nacionais do circuito independente. Em 2014, o Camarones Orquestra Guitarrística segue mais maduro, mas mantém a sua característica de fazer uma música direta, pop, simples, mas com bastante pegada. Essa junção de fatores tem despertado um grande interesse do público e mídia espontânea por onde passa.

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Muntchako (2014)

Os sujeitos passearam em ruas e vielas distintas, Samuel Mota com o Jah Live e GOG, Rodrigo Barata com o Sistema Criolina e Macaxeira Acioli com a Cabruêra e Hypnotic Brass Ensemble, até que em tarde ensolorada, entre malte gelado e risadas, veio o exílio num Cafofo. Emojubá, menino catarrento de pés descalços no latossolo da cidade alta de Totridis Laredfe – Norte de Alilísbra, silva longo seu primeiro sopro. Puxe a cadeira, deixe o tempo passar, se der vontade deixe a cadeira pra lá e pode balançar a bundinha.


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Pio Lobato - Foto - Bruno Pellerin

Pio Lobato (2007 – Esboço)

esboço

Guitarrista com mais 20 anos de carreira, Pio Lobato é hoje um dos ícones da guitarrada. Seu nome passou a ser referência para o ritmo no início dos anos 2000, ao ser incluído no projeto Cartografia Musical Brasileira, do “Rumos Itaú Cultural”. Na época, o Pio então guitarrista da banda Cravo Carbono, deu vazão ao trabalho de pesquisa que iniciou ainda na Universidade Federal do Pará, nos anos 90, quando entrou em contato com musicalidade de Mestre Vieira, o criador da “guitarrada”. Com uma experiência que passa pelo rock de bandas como Anjo do Abismo e Cravo Carbono, Pio Lobato consolidou seu trabalho no experimentalismo de loops e guitarras. Seu novo trabalho recebeu seu próprio nome e será apresentando ainda no primeiro semestre de 2014 a partir de viabilização de patrocínio colaborativo. Seu pioneirismo em estudar a “guitarrada”, gênero surgido nos anos 70 da fusão original de choro, merengue e jovem-guarda na técnica de guitarristas da região, criado por Mestre Vieira de Barcarena, o tornou um de seus principais expoentes.

Buscando por um caminho próprio para suas composições instrumentais, o músico trabalha com ferramentas, efeitos, loops e texturas típicas do vocabulário pop eletrônico atual e passeia por territórios como o rock, o choro ou a guitarrada, e ainda por gêneros regionais mais recentes, como o tecnobrega ou o cybertecno de Belém do Pará. O resultado dessa somatória difere de timbres e ritmos mais comuns trazendo a marca seu trabalho: o trânsito entre o tradicional e o experimental.

Nos últimos 5 anos, Pio tem participado ativamente como curador de festivais, dentre os quais: Prêmio Procultura Palcos Musicais Permanentes em 2011, Prêmio Funarte de Música Brasileira 2013, Rumos Itaú Cultural 2010 e 2012, e Edital Natura Musical Pará, em 2013.

Em paralelo à carreira solo, Pio Lobato também integra, como guitarrista e produtor o trabalho de Dona Onete, também grande expoente da música produzida no Pará; além de continuar experimentações com o projeto Massa Grossa.

Por: Dani Franco

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Alessandra Leão (2014 – Pedra de Sal EP)

2014 Pedra de Sal - EP (capa)

O Disco Pedra de Sal é o primeiro capítulo do novo ciclo criativo de Alessandra Leão, Língua, que será lançado no formato de três EPs: Pedra de Sal, Aço e Língua. O disco, que tem direção artística de Alessandra e produção musical de Caçapa, é um lançamento do selo Garganta Records em parceria com a YB Music. Dentro da trajetória artística de Alessandra, Língua é um mergulho profundo na construção e desconstrução do seu processo criativo, um salto em direção a uma sonoridade visceral, pessoal e intensa. Em fronteiras que se dissolvem, a música de Pedra de Sal abre-se ao ruído e à fragmentação e reinventa sua relação com a polifonia de matriz africana e com a tradição musical do Nordeste. O primeiro EP apresenta duas composições de Alessandra (Pedra de Sal e Mofo), duas parcerias com Kiko Dinucci (Tatuzinho e Devora o Lobo), além de Doutrina e Toque de Yemanjá, uma recriação de toadas tradicionais do Babassuê de Belém do Pará e do Xangô do Recife (originalmente gravadas pela Missão de Pesquisas Folclóricas, idealizada por Mário de Andrade, em 1938). O disco conta com a participação de Caçapa (guitarra e arranjos), Rafa Barreto (guitarra), Missionário José (baixo), Mestre Nico (percussão), Guilherme Kastrup (bateria e percussão), Kiko Dinucci (voz e guitarra), Juçara Marcal (voz), Sandra Ximenez (voz) e Lurdez da Luz (coro). Tem co-produção musical de Kiko Dinucci e Guilherme Kastrup nas faixas Tatuzinho, Mofo e Devora o Lobo e co-direção artística de Luciana Lyra. O projeto gráfico é assinado por Vânia Medeiros, com fotografia de Tiago Lima e figurino da marca Francisca, de Virgínia Falcão. É o encontro desses pares que expande os limites da música de Alessandra e fortalece o diálogo com outras linguagens artísticas: uma teia de sons, poesia, artes cênicas e visuais. Assim, Pedra de Sal abre espaços íntimos entre linguagens. Espaços de invenção e criação, de transgressão e ruptura. Do íntimo que se pode partilhar. Histórico Alessandra Leão é percussionista, compositora e cantora. Iniciou sua carreira em 1997 com o grupo Comadre Fulozinha e atuou ao lado de músicos como Antônio Carlos Nóbrega, Siba, Silvério Pessoa, Kimi Djabaté (Guiné Bissau), Florencia Bernales (Argentina), entre outros. Em 2006, Alessandra deu início ao seu trabalho autoral, com o elogiado Brinquedo de Tambor. Produzido e arranjado em parceria com o violeiro, compositor e arranjador Caçapa. Em 2008 lançou o CD do projeto Folia de Santo, idealizado, coordenado e produzido por ela. Em 2009, lançou seu segundo CD solo Dois Cordões, com patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo e produzido por Caçapa. Nesse mesmo ano compôs a trilha sonora do espetáculo teatral Guerreiras, de Luciana Lyra, lançado em livro+CD em 2010. Tem realizado turnês no Brasil, Argentina, Colômbia, França, Bélgia, Portugal e Holanda.

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Tassia Reis (2014 – EP)

tassia-reis-epTássia dos Reis Santos, mais conhecida como Tássia Reis, é natural de Jacareí e despertou ainda jovem seu gosto pelas artes, iniciando os primeiros passos num projeto de dança em sua cidade natal. Com uma doce e inconfundível voz, vem mostrando seu talento desde 2011 com participações em diversos trabalhos ao lado de cantores conhecidos principalmente no rap nacional como: Marcelo D2, Rashid, AXL, o grupo Mental Abstrato e foi backing vocal da cantora Clawdia Ejara. Em 2013, deu início a sua carreira solo, lançou o videoclipe da música ‘Meu Rapjazz’, que obteve uma ótima aceitação do público e de profissionais do ramo, dando mais visibilidade ao seu trabalho. Foi convidada pelo fotógrafo Rafael Kent a participar do projeto Studio62, um registro intimista de uma das mais novas composições, a música “Bêbada de Feriado”. Além foi recentemente convidada para abrir a turnê em comemoração de 25 anos do grupo Racionais Mc’s.
Acaba de lançar seu primeiro trabalho intitulado “Tássia Reis” , um EP de 7 faixas que revelam versatilidade e bom gosto, sendo aclamado pela mídia especializada, conquistando ainda mais seu público, e disseminando a novos ouvintes .

Sobre o EP
“Busco mostrar em diversas situações, as minhas angústias, as minhas insatisfações e críticas, ora sarcásticas, ora mais sóbrias, sobre a sociedade e também sobre as relações interpessoais. Com o intuito de evidenciar meus desejos, esperanças amorosas e mensagens positivas, me expresso resgatando do íntimo dos meus pensamentos a tradução para essas canções. Este projeto traz a minha pluralidade, forte influência do R&B, Jazz, MPB, da música negra como um todo, que será apresentado ao lado do DJ Dedé e de minha fiel backing vocal Lívia Mafrika”.

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O Brasil que o Brasil não conhece!