Elo da Corrente (2014 – Cruz)

Caio, PG e Pitzan viajam pelos caminhos da cruz e da mente humana – martírio, redenção, transcendência – na criação de seu novo álbum.

O ponto de partida: instrumentais com base em suas profundas pesquisas, sobretudo na música com raízes afro-brasileiras das décadas de 40 a 70.

A jornada: para enriquecer cada uma das dez composições, participações mais que especiais de Marcelo Munari, Dj Mako, Lucio Maia, Rogério Martins, Mauricio Takara, Marcos Gerez, Guilherme Granado, Décio 7, Rodrigo Brandão,Tiago Frúgoli, Thiago França, Rian Batista, Zé Nigro, Marcelo Cabral, Ricardo Verocai, Gustavo da Lua, Daniel Verano, as cantoras Célia e Marcia Castro, Danilo Caymmi e Arthur Verocai, que fez arranjos em duas canções e regeu uma orquestra de 10 músicos.

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Ska Maria Pastora (2012 – As margens do Rio Doce)

Formada em 2008, o Ska Maria Pastora é um projeto de música instrumental idealizado por amigos que têm em comum o gosto pelo ska, reggae e naturalmente pelo frevo. Aproveitando a semelhança entre esses estilos, a banda fez do principal ritmo de Olinda a base melódica para a composição do Ska, provando que musicalmente estamos muito mais pertos do que pensamos das outras culturas.Influenciada pelo The Skatalites, principal expoente do ska, que misturaram a música européia com a caribenha, os Pernambucanos do Ska Maria Pastora usam as harmonias de clássicos do frevo para “envenenar” a música jamaicana. O resultado é uma música efervescente que não deixa ninguém ficar parado.

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Silva (2014 – Vista pro Mar)

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“Foi durante uma tarde ensolarada, olhando a vista, que surgiu a ideia do segundo e aguardado disco do Silva, “Vista Pro Mar”. O músico ficou conhecido pelas excelentes críticas que recebeu em seu primeiro álbum “Claridão” (slap). Diferente do primeiro CD, “Vista Pro Mar”, traz o jovem músico amadurecido e certo do caminho musical que quer seguir. O capixaba apresenta um repertório pra cima, e como ele mesmo diz, “ensolarado”, com 11 faixas inéditas. Entre as canções, estão “É Preciso Dizer”, “Janeiro” e “Okinawa”, com participação de Fernanda Takai. O projeto é uma das grandes apostas do slap para 2014 e promete surpreender mais uma vez público e crítica.’

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Bonsucesso Samba Clube (2014 – Coração da boca sai)

bonsucessoCoração da Boca Sai é o terceiro disco da Bonsucesso Samba Clube.

Rogerman compôs 12 músicas em parceria com o guitarrista e produtor musical Yuri Queiroga. Quem também somou ao grupo foi o Dj e produtor, Buquinha Dub, que assina a direção musical.

Como um convite para entrar no novo embalo da Bonsucesso, a faixa que abre o disco, Brincadeiras, Levadas e Coisas Sérias é suave e despretensiosa. A levada da bateria traz uma lembrança ao funk americano de James Brown, Funkadelic e The Meters. A segunda faixa, que tem no título o nome do disco, mostra o bom desempenho POP, com guitarras de surf music e uma emoção a pulso acelerado refletidos na voz de Gabi Barreto. Um dos ápices do CD é a faixa Dia Quente, Rio que flerta com o blues norte-americano e também tem uma suavidade melódica como a bossa nova. Essa canção conta com a participação de Lenine.

Maestro SPOK, Jr. Areia, Luciano Queiroga e Ylana, Erasto Vasconcelos, João do Cello, Nena Queioga e Jr. Black, Dj Renato da Mata, Fabrício Belo, Thiago Hoover, Fábio Trummer e a banda de hardcore Devotos participam do novo CD.

ULTRAPASSANDO GERAÇÕES- Remanescente do movimento manguebeat, a banda surgiu no ano 2000, no bairro do Bonsucesso, em Olinda, época em que Rogerman acabara de sair da também olindense Banda Eddie, liderada pelo amigo Fábio Trummer. Nos seis primeiros anos de banda, lançou dois discos, no qual revelou o cantor e compositor como um dos maiores letristas desta geração. Num hiato de pelo menos cinco anos, a Bonsucesso esteve aprimorando seus horizontes musicais, e seu frontman, sempre em constante processo criativo, gravou dois discos solos e teve a música Eu Tenho Fé gravada pela cantora Baiana Pitty. No mês de março deste ano, em pleno carnaval, a banda liberou uma das canções do novo disco como sinal de retorno definitivo. A música ‘Superar’ causou ansiedade nos fãs sobre o que viria a ser mais um sucesso na carreira do grupo. Coração da Boca Sai chega ao mercado fonográfico totalmente independente, sendo distribuído pela CD Baby, uma loja de música online especializada na venda de cds e downloads digitais. Assim, o disco reflete a dedicação da BSC durante 1 ano e meio, desde a composição até a finalização desse pulsante trabalho.

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Clara Valente (2014 – Mil Coisas)

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“Posso fingir ser uma mas eu sei que não me satisfaz”.

Meu álbum de estreia Mil Coisas é a síntese das mil coisas que tenho a dizer, dos mil sons que tenho a mostrar e das mil vozes que tenho para cantar. Ele abre com a faixa-título Mil Coisas (Clara Valente/Rafael Gryner) que fala das mil mulheres que moram dentro de cada uma de nós e de como os homens não as entendem.

A segunda música, “Encanto” (Clara Valente/Diogo Cadaval), faz uma leitura da lenda da Iara, sereia de água doce, símbolo de mulher forte e sedutora presente no folclore brasileiro.

“Quis Acreditar” (Clara Valente/Leandro Jardim) descreve as diversas idas e vindas de um relacionamento. Foi uma longa história de dois amigos muito próximos que acompanhei bem de perto. Essa música recebeu um arranjo especial da Clarice Assad.

“Deixa de demora” (Clara Valente/Pedro Mann) fala de uma paixão platônica entre duas pessoas que nunca se relacionaram. É a música mais “amorzinho” do disco e a única que mostra um lado feminino mais frágil.

“Vou sem perguntar” (Clara Valente/Rafael Gryner/Leandro Jardim) descreve um momento reflexivo e de mudança. Primeiro a gente nega o novo, depois a gente diz sim e no final a gente se joga! Ou pelo menos tenta… Hehe!

“Pra te encontrar” (Clara Valente/Jam da Silva/Mauricio Pacheco) é a música mais despretensiosa do disco. Ela é o que ela é. Sensual, leve, gostosa de ouvir e de cantar e foi composta nesse clima por nós três.

“Feminina” (Joyce Moreno) é a única releitura do disco e escolhi ela por várias identificações com a canção e com a compositora. Mil Coisas é um disco que fala das questões e dos pontos de vistas da mulher e a Joyce foi uma das primeiras compositoras brasileiras a escrever no eu-lírico feminino.

“Se eu falo…” (Clara Valente) fala dos encontros e desencontros de um casal e da alma indecisa da mulher. Ela quer, mas de repente não quer e talvez queira depois… Ah, sei lá.

“Um dia de sol” (Clara Valente) foi a primeira música que compus na vida e foi nela que me descobri compositora. Mostra o lado rancoroso da mulher que é deixada e depois quer dar a volta por cima. E de fato consegue!

“Ao cais” (Clara Valente) é uma canção que fala dos meus sentimentos após um término de um relacionamento amoroso que vivi há cinco anos atrás. Ela sempre teve uma pegada dramática de tango. Quando começamos a gravar o álbum resolvemos ir até Buenos Aires gravá-la da forma mais porteña possível, com instrumentistas argentinos e arranjo de Pablo Gignoli (integrante da Orquestra Típica Fernandez Fierro).

Clara Valente
Janeiro/2014

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O Brasil que o Brasil não conhece!