Não deixe o DNA cair. Contribua!

Olá amigos, quem sempre frequenta o DNA, tem percebido que volta e meia ele está fora do ar.

O motivo disso é que não recebemos doações pra mante-lo no ar faz um tempo. Nosso servidor, a SERVHOST  (http://www.servhost.com.br/) é pago mensalmente. (Plano revenda: R$ 60,00 mensais),  e as vezes ficamos sem $ pra tirar do bolso para paga-lo.

Resolvemos pela primeira vez, desde 2008 fazer uma vaquinha pra manter a bagaça no ar.

Contamos com a ajuda de vocês, com qualquer quantia para chegarmos na meta de R$ 720,00 (plano anual).  Agradecemos a ajuda de todos e não vamos deixar o DNA cair.

Link da vakinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/site-dna-discoteca-nacional

Juniani Marzani – Founder/Editor de Conteúdo

Grooverdose (2016 – Frenquencies)

Natural de São Paulo a banda instrumental Grooverdose possui dois albums independentes lançados, Radio Groove (2012) e Frequencies (2015). Frequências são tema do mais recente lançamento, que tem em seu DNA a diversidade e colaboração entre diferentes culturas, assim conta com participações de artistas de diversos cantos do mundo como Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Guadalupe, Argélia, Haiti, Noruega, Japão, Australia e Uruguay.

Com mais de 7 anos em andamento, o projeto está em constante evolução porem sem perder sua raiz, o Groove. Assim como nos discos, ao vivo o Grooverdose apresenta-se de uma maneira organica, com muito espaço para improvisos e convidados.

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Mahmundi (2016 – Mahmundi)

A cantora e multi-instrumentista Mahmundi, um dos mais interessantes nomes da nova música pop brasileira, lança seu disco de estreia homônimo. Produzido por ela mesma e quase todo gravado em seu home studio, no Rio, o disco traz dez calorosas faixas; cinco já conhecidas, porém em novas roupagens, e outras cinco inéditas.

Mahmundi trabalhou como técnica de som e roadie no Circo Voador e já lançou os EPs Efeito das Cores (2012) e Setembro (2013). Em 2013 ganhou o Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria Novo Hit, por “Calor do Amor”. Em 2014 Mahmundi foi premiada novamente, desta vez na categoria Nova Canção, por “Sentimento”, faixa que encerra o disco de estreia.

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Mano Brown (2016 – Boogie Naipe)

Um possível ponto de partida para entender Boogie naipe, investida solo de Mano Brown lançada na semana passada, é revisitar Cores & valores, o álbum de 2014 dos Racionais MC’s. Naquele disco, o líder do principal grupo de rap do país já nos brindava com uma letra romântica na qual pedia: “Baby, me dê a mão e confia em mim, eu/ Quero te mostrar um mundo novo, só meu/ Peço discrição por mais de mil motivos/ Não por nada, um pouco possessivo, perdão”.

Dois anos depois, versos de Eu te proponho voltam em Felizes, a última faixa de Boogie naipe. No centro do novo mundo de Brown está a temática do amor, traduzido numa pegada funk, soul e R&B. “Não é um disco de world music, um monte de coisa misturada. Uso uma mistura que já existiu e crio uma química nova”, diz o artista no material de divulgação de seu mais recente álbum. “Você pega a coisa do soul, com alguma coisa de outra época e alguma coisa de agora e faz uma outra música nova. Como quase tudo que existe hoje, é uma mistura com alguma coisa que já existiu”.

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Barro (2016 – Miocárdio)

O primeiro álbum solo de Barro é uma boa surpresa para a música brasileira. A estética empregada mostra uma elegância pouco vista. Um jogo linguístico se instala nas canções. As transições entre o português e as línguas (francês, espanhol, inglês e italiano) que inundam o disco, é um dos pontos. O que mais chama a atenção é como o sotaque pernambucano é uma parte essencial dentro desse trabalho, como se não pudesse ter vindo de outro lugar. Não só pela valorização e beleza. Em “Poliamor” isso fica claro. Quando ouvimos a estrofe final vemos como a diferença entre “Pode a vida” e “Poliamor” é tênue. Não só na língua, ou no sotaque, mas na vida.

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Pinduca (2016 – No Embado do Pinduca)

Em 1974, a cantora carioca Eliana Pittman fez sucesso em todo o Brasil com gravação do carimbó Sinhá pureza. Pittman reverberou para todo o país o tema que o público do Norte do Brasil conhecia na voz do autor, Pinduca, nome artístico do cantor e compositor paraense Aurino Quirino Gonçalves.

Aos 79 anos, completados em junho deste ano de 2016, Pinduca reinou na região natal com carimbós, sirimbós e lambadas ao longo da década de 1970. Por isso soa natural que a obra do artista seja reciclada no álbum No embalo do Pinduca (Na Music / Natura Musical), lançado neste mês de julho, no rastro da revitalização da cena paraense. A ideia foi modernizar o som do cantor com o toque da produção de Manoel Cordeiro, feita sob a direção artística de Marcel Arêde.

Originalmente, o som de Pinduca já tinha vitalidade e pegada. Com 17 músicas alocadas em 13 faixas, No embalo do Pinduca apenas reapresenta a obra do artista com timbres mais contemporâneos. Músicas como A bailar comancheira (Pinduca, 1974), Dança do carimbó (Pinduca e Rui Guilherme, 1975) – regravada pela atenta Eliana Pittman em 1976 – e Marcha do vestibular (Pinduca e Lacram, 1979) ganham registros calorosos no disco.

Filho do guitarrista Manoel Cordeiro, o também guitarrista Felipe Cordeiro toca em Pai Xangô (Pinduca e Alberto Rola, 1974). Antenado com os tempos politicamente corretos de hoje, Pinduca altera verso de O rico e o pobre (Pinduca, 1980), cantando “a mulher manda nos dez” em vez do original “a mulher engana os dez”. O rei do carimbó quer voltar ao trono com o aval do público feminino e com o som atual deste 36º álbum de discografia que merecia ser reeditada.

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O Brasil que o Brasil não conhece!