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A Fase Rosa (2012 – EP)

A Fase Rosa se formou em 2008, unindo jovens músicos de Belo Horizonte pela amizade e interesse em uma produção musical corajosa e inédita. O primeiro ano foi dedicado a testes e composições de algumas músicas que ainda hoje estão no repertório. A banda era, então, Thales Ferreira e Rodrigo Magalhães. A chegada de Fernando Monteiro no ano seguinte simbolizou o início consciente do projeto, de suas possibilidades e conceitos.

As primeiras apresentações vieram no começo de 2010, com a produção própria do evento multi-arte Quarta Sinestésica. Esse evento foi concebido junto à banda Dibigode, com a intenção de expor e acelerar o processo de consolidação das duas bandas. Durante os mais de 15 shows, A Fase Rosa, experimentou, compartilhou novos integrantes e sonoridades, e expandiu o seu trabalho por toda a cena de Belo Horizonte. Com isso, veio a premiação com o 3º lugar no Festival da Canção de Lagoa Santa e a vitória na seletiva local do festival Grito Rock.

A presença frequente nas mais importantes casas e eventos de música independente em BH veio naturalmente. O ano de 2011 foi marcado pela apresentação no Festival Transborda 2011 e as excelentes apresentações nas casas Nelson Bordello, Studio Bar e Chevrolet Hall. No segundo semestre de 2011 veio o lançamento do primeiro registro, em formato de E.P e do espetáculo “O arquiteto e o Carnaval”, na Casa do Baile, de Oscar Niemeyer. O final de 2011 presenteou a banda com a seleção, dentre outras 150, como finalista do Planeta Independente, promovido pelo Festival Planeta Brasil, e a indicação como concorrente ao Prêmio Mixsórdia por Melhor Álbum de 2011, isso já com o primeiro EP.

Em 2012 o ritmo se intensificou. Logo no início, a gravação de um segundo E.P e, na sequência, um show ao lado da banda carioca Do Amor. O segundo EP repercutiu de forma bastante satisfatória e atingiu a marca de cerca de 400 downloads em 1 mês – além da venda do material físico.

Em momento tão produtivo, A Fase Rosa integra a RAMPA, incubadora de bandas que tem qualificado o planejamento dos músicos envolvidos e aumentado o diálogo com os mais importantes gestores da música no Brasil.

No presente momento, a banda está finalizando seu disco cheio que já tem nome e conceito: ”Os homens lentos”. Inspirado na visão de mundo do finado geógrafo Milton Santos, o disco será lançado no segundo semestre e promete um espetáculo reflexivo e, ao mesmo tempo, festivo.

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