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Bande Dessinée (2011 – Sinée Qua Non)

Com influências da cultura francesa, a Bande Dessinée – que significa história em quadrinhos – surgiu em 2007, no Recife, com a proposta de criar uma música inspirada no universo da música pop francesa dos anos 1960 e 1970. Porém, com letras e identidade contemporânea próprias. O grupo já se apresentou nas principais casas de show do Recife; no Festival RecBeat (2008); Carnaval Multicultural do Recife (2009) e na festa Mercado da Música (2010), onde dividiu o palco com a banda francesa Nouvelle Vague. Em 2009, a Bande Dessinée realizou turnê pelo Sudeste, tocando em vários locais do Rio de Janeiro, como Cinemathéque e Drinkeria Maldita Copa, e em São Paulo, no Club Berlin e Tapas Club.

Primeiro Disco – Com 12 faixas, Sinée Qua Non apresenta composições de Filipe Barros, guitarrista e voz da banda, e algumas parcerias com Zé Cafofinho, Juliano Holanda e Jr. Black. A produção do CD é de Missionário José e André Édipo, do Jardel Music (SP) e a masterização foi assinada por Don Grossinger (EUA – Westchester, New York). O CD é dançante, com balanço e porções bem dosadas de jazz, iê-iê-iê, rock e surf music. Artistas como France Gall, Dalida, Brigitte Bardot e Serge Gainsbourg também são influências importantes na música da Bande Dessinée. As canções do disco – compostas em francês, italiano e português – por vezes, provocam encontros inusitados de idiomas e neologismos.

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Bande Dessinée (2008 – EP)

Bande Ciné é um sexteto que faz releituras de música pop francesa da década de 60 e 70. Surgido em Recife em meados de 2007, a Bande Ciné faz um som dançante, cheio de balanço, com pitadas de jazz, bossa nova, iê-iê-iê, breginha e chachacha, passando ao largo do clichê das famosas chansons françaises. No repertório do grupo figuram músicas de cantores como France Gall, Dalida, Brigitte Bardot, Serge Gainsbourg, entre outros. Com seis meses de estrada, a Bande Ciné já se apresentou diversas vezes em Recife e vem ganhando destaque junto ao público e a imprensa por apresentar um repertório que pode variar entre o intimismo e o clima de baile colocando todo mundo para dançar. 

As primeiras idéias do projeto começaram a surgir em 2004 quando o cineasta Raul Luna apresentou o disco France Gall – Lounge Legends à Filipe Barros (guitarra e voz). O albúm apresentava um mistura muito peculiar de referências, produzindo um som extremamente pop e dançante, cheio de nuances com uma grande riqueza de arranjos. Após esse primeiro contato foi natural buscar outras referências e observar o quanto a maioria desses artistas foram influenciados pela música brasileira sobretudo a bossa nova e samba, e como o sucesso dos Beatles e do rock inglês terminou ofuscando a importância desses artistas.

Ancorado nessa fusão de influências foi possível montar o repertório da Bande Ciné, que terminou por incorporar algumas canções da italiana Mina. O interessante é que o repertório da Bande Ciné não é estático e está sempre sendo renovado e incorporando novas canções. A banda traz sucessos como Tu Veux Ou Tu Veux Pas, versão francesa da composição “Nem Vem Que Não Tem”, de Carlos Imperial, bastante popular no Brasil na voz de Wilson Simonal e Sympathique, canção da década de 1930 regravada pela Pink Martini sessenta anos depois. Figura em seu set list a música Tu Vuo’ Fa L’Americano, de Renato Carosone, conhecida por integrar a trilha sonora do filme “O Talentoso Ripley”.

O resultado da soma de todos esses elementos é uma proposta original e divertida produzida por Thiago Suruagy na bateria, Bruno Vitorino no contra-baixo, André Sette no teclado, Demóstenes no trompete, Filipe Barros na guitarra e voz e Tatiana Monteiro na voz.

Web da Bande Ciné

 


01. Tu Veux Ou Tu Veux Pas
02. Y’a Du Soleil À Vendre
03. Paroles, Paroles
04. Cha Cha Cha Du Loup

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