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Graveola e o Lixo Polifônico

Graveola e o lixo polifônico é uma oficina de experimentação, uma caixa de possibilidades poético-sonoras. São improvisadores capengas, falsários poliformes: tudo é referência na colagem musical do grupo. Das aproximações insólitas, o choque. Reagem os nomes: estética do plágio, pós-tropicalismo, culinária sonora, barroco-beat. Para além dos inúmeros rótulos auto-intitulados, mais importa a fertilidade plástica das imagens da lixofonia, o infindável e redobrável slogan que lhes constitui a lírica. Dos sotaques refinados ao kitsch, o lixo polifônico sequestra a legibilidade vomitada do pop e incorpora tudo ou qualquer coisa como ferramenta sonora, mistura o fino e o grosso a ponto de torná-los indistinguíveis. “Eis o liquidificador, o totem”

1. outro modo (4:07)
2. supra sonho (4:02)
3. samba de outro lugar (5:02)
4. antes do azul (papará) (5:31)
5. amaciar dureza (4:09)
6. ensolarado (6:34)
7. dois lados da canção (4:48)
8. do alto (7:39)
9. o quarto 417 (as aventuras de dioni lixus) (4:20)
10. benzinho (3:28)
11. insensatez, a mulher que fez (2:23)
12. chico buarque de hollanda vai à copa de 2006 (1:54)
13. cidade (10:56)

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