Arquivo da Categoria: Isaar

Isaar (2014 – Todo Calor)

capa1 Isaar  está  de  volta!  E  passados  cinco  anos,  após  o  lançamento  do premiado  Copo de Espuma  (2009), desta vez a cantora e compositora vem carregada de ‘toneladas’ de Recife em sua garganta. Todo Calor é um  álbum  que  configura  a  remanescente  do  manguebeat  e  ícone  da cultura  regional  pernambucana  como  uma  artista  universal  e  cidadã urbana,  numa  cidade  cosmopolita  e  caótica. Isaar tem como seu estandarte a poesia e num conjunto de onze cancões executadas impecavelmente pelos músicos Gabriel Melo (Guitarra), Rama Om (baixo), Do Jarro (bateria) e Deco do Trombone, o bloco está pronto para  desfilar  com  um enredo que  transita do amor  ao  desapego.

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Isaar (2009 – Leve / Trilha sonora)

Depois do belo trabalho realizado em 2009 no disco solo “Copo de Espuma”, a cantora e compositora pernambucana Isaar lança o “CD LEVE – TRILHA SONORA”, um disco dedicado exclusivamente a trilha sonora do espetáculo de dança Leve. O CD tem como diretora artística a própria Isaar e conta com a participação de bons músicos do cenário musical de Pernambuco. “É a primeira vez que assino uma trilha sonora. Já participei do processo de criação de outras trilhas, como convidada por outros músicos, mas essa é a primeira vez que eu componho para um espetáculo”, revela Isaar.
Leve transporta para a cena as sensações, os sentimentos e os questionamentos do ser humano diante da morte. O espetáculo foi criado sob a perspectiva de quem viveu a perda, a partir das vivências das criadoras-bailarinas Maria Agrelli e Renata Muniz. Para a composição da trilha, Isaar utilizou como mote inicial as “excelências”, lamentos cantados nos velórios, no sertão nordestino. O sentido de cantar para o morto foi a inspiração da música de abertura do espetáculo.
O restante da trilha foi concebido em conjunto com as duas bailarinas, buscando uma conexão entre as sensações suscitadas em cada cena. Sentimentos como a impotência, a saudade, a dor, a raiva, a confusão, o alívio serviram como inspiração para criação do movimento e para composição da trilha. A concepção da cena teve um intenso trabalho de colaboração entre os artistas envolvidos, promovendo um constante diálogo entre a criação da coreografia, da música, da iluminação e do cenário. “O processo de criação de trilha foi bom pela interação que tive com os artistas de dança e teatro. Foi um trabalho de achar o ponto certo para que todo mundo saísse satisfeito”, comenta Isaar.
Para a composição e execução das músicas do espetáculo Isaar convidou os músicos João do Cello (violoncello), Claudio Rabeca (rabeca) e Lito Viana (violão e baixo). A trilha conta ainda com uma composição da artista sergipana Patrícia Polayne, interpretada por Isaar. O processo de criação da obra foi documentado em um blog, com postagens das bailarinas e de colaboradores do espetáculo.Acesse o blog: http://levediario.blogspot.com.

Isaar (2009 – Copo de Espuma)

 

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Isaar consolida dez anos de carreira com “Copo de espuma”

Um das vozes mais peculiares da recente música brasileira, a cantora e compositora Isaar consolida seus dez anos de carreira com o lançamento de “Copo de espuma”. O segundo álbum solo da pernambucana reflete sua relevância artística para o cenário musical do País: o CD foi realizado com recursos do Prêmio de Produção do Projeto Pixinguinha 2008, da Funarte, entregue aos compositores e intérpretes que mais contribuíram com a música popular brasileira naquele ano.

“Copo de espuma” é um álbum que retrata a simplicidade da vida, as reflexões e grandes recordações, em dez faixas. Seis delas ganharam a poesia autoral de Isaar, que extrapolou os movimentos percussivos e o eco de sua voz e deixou brilhar também sua veia compositora. “Em ‘Azul claro’ (2006), fiz um disco mais introspectivo. Nesta segunda experiência, procurei trazer conceitos diferentes, com letras que apesar ter uma dose de melancolia, falam de alegria”, explica a artista.

O CD traz ainda duas regravações: o frevo de 1934 “É de amargar”, de Capiba (“A música parece com o disco: tem um quê de nostalgia, mas mostra que o contentamento supera a tristeza”, comenta Isaar), e “Palhaço do circo sem futuro”, de Lirinha e Clayton Barros, do Cordel do Fogo Encantado.

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