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Jorge Cabeleira e o dia que seremos todos inúteis (2014 – Trazendo Luzes Eternas)

FolderVinte anos atrás, no auge do manguebat, surgia o grupo com o nome mais estranho da cena: Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos todos Inúteis. Apareceu do nada, num festival promovido pelo Arte Viva, de Lourdes Rossiter, realizado no pátio de São Pedro.  O Jorge Cabeleira era o pessoal de Os Mordomos com um nome criado na hora da inscrição. Concorreram no festival como Os Mordomos e como Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos todos Inúteis.

A banda era formada por músicos com uma média de 18 anos de idade. O sucesso local, atraiu a atenção das gravadoras do Sudeste, e a banda foi contratada pela Sony Music. O primeiro CD, Jorge Cabeleira e O Dia Em que Seremos Todos Inúteis, foi lançado em 1994. O segundo Alugam-se asas para o carnaval (independente), em 2001.

Duas décadas depois, a Jorge Cabeleira volta aos palcos, e ao disco. Lança o CDTrazendo luzes eternas, reunindo faixas dos dois álbuns do grupo, mais duas inéditas pinçadas do fundo do baú, Aboio pra vida e Apreciação (ambas de Dirceu Melo). A primeira em homenagem ao baterista da formação original Davi Santiago, falecido no ano passado, num estúpido acidente, em Setúbal,com um fio da eletricidade pública solto na calçada.

Texto: JC Online

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