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[Repost] Marku Ribas (2010 – 4 Loas)


Marku Ribas (Marco Antonio Ribas), Pirapora, MG.
O único brasileiro a gravar com os Rolling Stones!

“Um dos verdadeiros arquitetos da Música Brasileira”: é assim que a nova geração se refere ao grande músico e compositor Marku Ribas.

Sua múltipla e rica música é uma mistura de variados ritmos brasileiros com elementos afros do Caribe, balanço black, jazz, entre tantas outras tendências que ele ouve e ouvia em casa, influenciado pelo pai, um médico apaixonado pelas artes, e pela mãe, criadora de brincadeiras lúdicas.

Dono de uma discografia ímpar e participações em vários trabalhos de outros artistas, seis filmes longa-metragem e muitos shows pelo mundo afora, Marku continua na ativa, com a criatividade a toda e muito trabalho e projetos em andamento. Toda essa ebulição de idéias do vulcão Ribas, já tão conhecida de seus admiradores, além da musicalidade autêntica, não param de conquistar fãs, no Brasil e no exterior.

Nos últimos anos Marku desenvolveu parcerias com incríveis nomes da nova geração da música brasileira, como Clube do Balanço, Ed Motta, Max de Castro, Arnaldo Antunes, BiD, Barbatuques, Paula Lima, Curumin, Os Opalas, Marcelo D2, entre outros.

Trajetória interessante fez “Zamba Ben”, uma de suas músicas mais conhecidas, que virou cult em baladas por todo o país como o “hino do samba-rock”, foi sampleada por vários DJs e regravada por outros artistas.

Marku gravou com grandes músicos, tais como João Donato, Wilson das Neves, Edison Machado, Erlon Chaves, Raul de Souza, Romero Lubambo, Artur Maia, Maurício Einhorn, Sebastião Tapajós, Luizão Maia, Sivuca, entre outros, no Brasil.

Com Mick Jagger participou do videoclipe da música “Just another night” (Rio de Janeiro, 1984), e com os Rolling Stones, no disco “Dirty Work” (Paris, 1985, na faixa “Back to Zero”), abriu o show de James Brown em Barbados (1974), do contrabaixista Ron Carter na Ilha de Martinica (1971) e foi o único brasileiro a se apresentar durante as comemorações da Independência da Namíbia (África), em 1990.

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Marku Ribas (1979 – cavalo das alegrias)


Viveu sete anos na Martinica e na Jamaica, encontrando-se muitas vezes com Bob Marley. Gravou o primeiro disco em 1976, com nove composições de sua autoria e mais “La pi tombé” do folclore da Martinica com adaptação sua. Entre suas composições incluídas no disco estão “Coisas de Minas”, “Canviá”, “Deixa comigo” e “Curumim”. Em 1978 gravou pela Philips o LP Barrankeiro, onde registrou de sua autoria “Quem sou eu?”, “Maleme” e “A lua e o rio”, entre outras, além de “Colcha de retalhos”, clássico de Raul Torres, e “Kelé”, parceria com João Donato e Djalma Correia.

 

 

Em 1979 gravou pela Philips o LP “Cavalo das alegrias”, com destaque para “Beira D’Água”, com a participação vocal de Erasmo Carlos, co-autor da música “Maria Mariá”, com Walter Queiroz, “Cirandando” e “Balaio da nega” com Armando Pittigliani e “Canção do sal” de Milton Nascimento. Em 1980 gravou o LP “Mente e coração” pela Philips, com participação especial de João Donato, Ed Maciel, Jotinha e Bira Brasil. Destacam-se no disco as composições “Choro verde”, de sua autoria, “Mente e coração”, com Carlos Cao Jr, “As vozes não mentem” com Luizão Maia e “Novo dia” de Carlos Cao Jr. e Fatão Ribas.

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