Estamos quase lá pessoal! Contribua pro DNA…

Olá pessoal, a nossa Vakinha tá dando resultado e já arrecadamos mais da metade do valor pra ajudar a manter o site no ar….

Contamos com a ajuda de vocês, com qualquer quantia para chegarmos na meta de R$ 720,00 (plano anual). O site é hospedado no pelo Servhost e é pago mensalmente. (Plano revenda: R$ 60,00 mensais).

Quem ainda não deu aquela força, não vamos deixar o DNA cair.

Agradecemos a ajuda de todos  que já contribuíram. Vocês são demais:
Fernando Rolim Brusarosco
Alexandre da SIlva maltez
Artur Costa
André Kastein
Elias Alves de Souza
Rubevaldo
Everaldo de Andrade Cavalcanti
Kika Serra

Ulysses Tavares Carneiro
Alan Silva
Anderson Rafael Nascimento
Reinaldo Tomé Paulino
Paula Amorim
Vinicius Feder
João Aparecido Jorge Pereira
Mauricio Guenes

Link da vakinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/site-dna-discoteca-nacional

Juniani Marzani – Founder/Editor de Conteúdo

Ba-Boom (2012 – Incendeia)

Um grande encontro da banda Ba-Boom com artistas de estilos diferentes entre si, mas que propõe uma unidade sonora e conceitual. Quando uma banda de 11 integrantes resolve fazer música com mais 9 pessoas, as possibilidades musicais se multiplicam. Juntos, esses 20 músicos e musicistas lançam o EP “Somosum”, um projeto que ultrapassa os limites da banda Ba-Boom e se consagra como construção coletiva.

“Somosum” é uma troca, onde a banda se traduz em cada participação do disco e cada uma delas se traduz na banda. Essa troca simboliza a força da coletividade e o poder da música como linguagem universal, capaz de conectar e fortalecer as pessoas, mesmo diante das diferenças.

Na era da individualidade e da competição, ressaltar a necessidade do coletivo para dar sentido ao plano individual é um ato de resistência cultural. Arte para além do ego e da pura estética, música para além do simples entretenimento, onde vida e obra se misturam no diálogo com a realidade.

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Fernando Pellon (2016 – Moribundas Vontades)

Com um estilo peculiar de compor, Fernando Pellon provoca sentimentos em quem ouve suas músicas.

“Moribundas vontades” é o terceiro CD de Fernando Pellon, que segue construindo um raro acervo musical. O primeiro foi “Cadáver pega fogo durante o velório” (1983), o segundo “Aço frio de um punhal” (2010). De acordo com o cantor e compositor, o trabalho atual é um retorno ao projeto que deu início à sua carreira musical, com o objetivo de alcançar o resultado a que ele se propunha: a evolução estética do seu trabalho.

Quando lhe perguntam qual dos seus Discos ele considera o melhor de suas produções, ele diz que “os três discos se complementam como parte de um percurso estético em evolução”. O Disco reúne 12 composições, oito delas com letras e melodias do próprio Fernando Pellon: “Moribundas vontades”, “Na sórdida mesa de um botequim”, “Cheirando a formol”, “Samba de São Thiago (Thiago, 5 – 1,6)”, “Falsa cleptomania”, “Noites desnúpcias”, “Loucos varridos ou Torquato e Walter passeiam na rua do Aldir” e “De forma insuspeita”.

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Ricco Duarte (2016 – Ricco #latinoamericano)

Ricco Duarte é jornalista, cantor e compositor. Nasceu em Salvador na Bahia e é radicado no Rio de janeiro desde os anos oitenta. Em 1995, lançou o seu primeiro CD autoral, “Tudo é música” produzido pelo guitarrista Luiz Brasil. Dois anos depois, veio o disco “Menino buliçoso”, também autoral e a participação na coletânea “Simplesmente bossa”, produzido por Ugo Marotta para o mercado italiano.
 

Seu mais recente trabalho – RICCO #latinoamericano – distribuído pela Tratore, é produzido por Roberto Alemão Marques (mesmo produtor de “Mercosul”, do guitarrista argentino Victor Biglione, indicado ao Grammy latino de música instrumental) e tem como convidados especiais, o próprio Victor Biglione e Marcos Ariel. O CD traz doze músicas inéditas, todas de autoria de Ricco Duarte, que a partir do samba, passeia pelos ritmos latino e americano como o bolero, o tango e o blues.

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Não deixe o DNA cair. Contribua!

Olá amigos, quem sempre frequenta o DNA, tem percebido que volta e meia ele está fora do ar.

O motivo disso é que não recebemos doações pra mante-lo no ar faz um tempo. Nosso servidor, a SERVHOST  (http://www.servhost.com.br/) é pago mensalmente. (Plano revenda: R$ 60,00 mensais),  e as vezes ficamos sem $ pra tirar do bolso para paga-lo.

Resolvemos pela primeira vez, desde 2008 fazer uma vaquinha pra manter a bagaça no ar.

Contamos com a ajuda de vocês, com qualquer quantia para chegarmos na meta de R$ 720,00 (plano anual).  Agradecemos a ajuda de todos e não vamos deixar o DNA cair.

Link da vakinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/site-dna-discoteca-nacional

Juniani Marzani – Founder/Editor de Conteúdo

Grooverdose (2016 – Frenquencies)

Natural de São Paulo a banda instrumental Grooverdose possui dois albums independentes lançados, Radio Groove (2012) e Frequencies (2015). Frequências são tema do mais recente lançamento, que tem em seu DNA a diversidade e colaboração entre diferentes culturas, assim conta com participações de artistas de diversos cantos do mundo como Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Guadalupe, Argélia, Haiti, Noruega, Japão, Australia e Uruguay.

Com mais de 7 anos em andamento, o projeto está em constante evolução porem sem perder sua raiz, o Groove. Assim como nos discos, ao vivo o Grooverdose apresenta-se de uma maneira organica, com muito espaço para improvisos e convidados.

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Mahmundi (2016 – Mahmundi)

A cantora e multi-instrumentista Mahmundi, um dos mais interessantes nomes da nova música pop brasileira, lança seu disco de estreia homônimo. Produzido por ela mesma e quase todo gravado em seu home studio, no Rio, o disco traz dez calorosas faixas; cinco já conhecidas, porém em novas roupagens, e outras cinco inéditas.

Mahmundi trabalhou como técnica de som e roadie no Circo Voador e já lançou os EPs Efeito das Cores (2012) e Setembro (2013). Em 2013 ganhou o Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria Novo Hit, por “Calor do Amor”. Em 2014 Mahmundi foi premiada novamente, desta vez na categoria Nova Canção, por “Sentimento”, faixa que encerra o disco de estreia.

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O Brasil que o Brasil não conhece!