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Eddie (2018 – Mundo Engano)

Produzido por Pupillo Menezes, do Nação Zumbi, sétimo álbum do grupo recorda, em 10 faixas, época em que os integrantes olhavam para as festas com o sotaque cosmopo­lita dos anos 2000, característico da cultura urbana popular olindense. Nesse clima, de sonhar o passado para alcançar o futuro, encontram outros sons e possibilidades. “Esse trabalho está muito próximo da nos­sa identidade, mas, de alguma ma­neira, tentamos não repetir nossos êxitos anteriores. A gente quer sem­pre evoluir e renovar a nossa própria música”, ressalta o vocalista Fábio Trummer.

Entre as participações especiais, nomes que acrescentaram novas técnicas ao projeto. Entre eles, Or­questra de Frevo Henrique Dias, o Jorge Du Peixe, Tiné (backing vo­cal), Ganga Barreto (backing vocal), Martin Mendonça (violões de aço), Guri Assis Brasil (violão de 12 cor­das), Everson Pessoa (violão de 7 cordas), Frederica Bourgeois (flau­ta), Nilson Amarante (trombone), Maurício Fleury (teclados) e pró­prio produtor, Pupillo, na bateria.

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DJ 440 (2011 – Nordeste Independente)

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DJ 440, um dos DJs mais atuantes do Estado de Pernambuco está de volta e apresenta “Nordeste Independente”, um mixtape que passeia por diversas vertentes da música nordestina através de artistas, em sua maioria não tão conhecidos do grande público. A idéia é mostrar a riqueza e a peculiaridade dos ritmos do nordeste do Brasil, com um pé no passado, relembrando grandes mestres como Jackson do Pandeiro e Luís Gonzaga, e outro pé no futuro, mostrando um pouco da produção atual, apresentando novas bandas, a exemplo do Quarteto Olinda, Maciel Salú e Alessandra Leão.

Nordeste Independente mostra um pouco da riqueza e a peculiaridade dessa região do Brasil , sob a visão do DJ, que mais uma vez se reinventa e apresenta uma dançante sequência de ritmos.

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Eddie (2015 – Morte E Vida)

Morte e VidaJuntando blues e samba, frevo e surf music, Caribe e Recife, a banda Eddie chega ao sexto álbum levando o Original Olinda Style à maturidade — sem perder pegada nem frescor

por Ronaldo Bressane*

Eddie — a mais rápida das bandas lentas, ou a mais lenta das bandas rápidas — está de volta. Liderando o Original Olinda Style — frevo no punk, Caribe no mangue —, Fabio Trummer e seus asseclas trazem, em Morte e Vida, uma releitura muito particular do cabralino Morte e Vida Severina. É um álbum solar como a Olinda em que nasceu, nos surfrevos e nas baladas de amor; mas também guarda uma musicalidade enigmática como as esquinas olindenses, seja nos sambas de acento punk, seja nas canções em que o romantismo exibe seu sabor mais amargo.
É como se o álbum se equilibrasse entre a louvação da festa e a crítica social — na verdade, dois pilares em que o grupo se sustenta há 25 anos, quando apareceu com a geração que trouxe ao mundo o manguebeat. As subidas e descidas das ladeiras dão a tônica do Original Olinda Style: euforia e melancolia, lirismo e política convivem na mesma batida e na mesma canção. Trata-se do sexto álbum da banda, o primeiro em quatro anos: Veraneio (2011), Carnaval no Inferno (2008), Metropolitano (2006), Original Olinda Style (2002) e Sonic Mambo (1998).
Os contrários convivem na buena no corpo sonoro da Eddie, onde há espaço para Serge Gainbourg, Chavela Vargas, Sivuca, Sleaford Mods, Luiz Gonzaga, Leonard Cohen, João Gilberto, Nick Cave, Manoel de Barros, Patativa do Assaré e até Xico Sá. O apego à identidade musical brasileira contemporânea, abençoada por íconesda presença de Jorge Mautner e Novos Baianos, coloca o trabalho de Eddie no mesmo universo onde desfilam nomes como Otto, Lucas Santtana, Cidadão Instigado e Criolo.
O som coeso demonstra a consistência de princípios de uma formação unida há 12 anos: Kiko Meira na bateria, Rob Meira no baixo, Alexandre Urêa na percussão e voz, Andret Oliveira no teclado e trompete, Trummer na voz e guitarra. O frontman parou entre março e novembro de 2014 para compor as canções em sua casa em São Paulo. Gravou tudo na voz e violão, enviou aos parceiros da banda, e já em fins de novembro e dezembro a Eddie começou a ensaiar e arranjar as faixas. Gravaram uma pré-produção e no primeiro dia útil de janeiro — pense num mês difícil pra trabalhar em Pernambuco! —, o quinteto se fechou no estúdio Fruta Pão, ali mesmo em Olinda; foram quatros semanas até gravar todas as 11 faixas. Em seguida o álbum foi mixado no Recife pelo usual companheiro Berna Vieira, e, em seguida, masterizado no mítico estúdio El Rocha, em São Paulo, pelo produtor Fernando Sanches Takara.

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Orquestra Contemporânea de Olinda (2012 – Pra ficar)

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Música que toca lá dentro e desperta aquela vontade da gente ser feliz. Porque a gente sai de Olinda para tocar pelo mundo, mas Olinda não sai da gente. E assim a gente segue o nosso caminho. Trazendo todo mundo para cá. Levando o nosso mundo por aí.

Desde 2008 estamos na estrada. Nesse mesmo ano lançamos o primeiro álbum, o Orquestra Contemporânea de Olinda, que durante a turnê de lançamento recebeu menção do jornal O Globo como o melhor show do ano. Tivemos a alegria de ver o trabalho indicado ao Prêmio da Música Brasileira (2009) e ao Grammy Latino (2010).

Em 2012 lançamos o segundo disco, ‘Pra ficar’, com direção musical de Arto Lindsay. Em 2013 fizemos nossa quarta turnê internacional com passagem pela Womex, a mais expressiva convenção de música do mundo. E agora, em 2014, estamos com patrocínio conquistado pelo Petrobras Cultural, circulando pelo Brasil e com novo disco para ser lançado no segundo semestre de 2014. E então? Bora com a gente?

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VA – Coletânea Music from Pernambuco Vol. 3

A música tradicional e contemporânea de Pernambuco, sempre circulou internacionalmente, mas o fenômeno tem se intensificado desde 1990, graças a nomes como Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, DJ Dolores, Lenine, Mestre Ambrósio, Otto, Spock Frevo Orquestra, Siba e a Fuloresta, Silvério Pessoa, Lia de Itamaracá, dentre outros. Além de sua produção musical, o Estado tem o melhor e mais democrático Carnaval brasileiro e grandes eventos de música, como a conferência internacional Porto Musical, os festivais Abril Pro Rock, Rec Beat, Festival de Inverno de Garanhuns e o São João de Caruaru. Aqui, nós apresentamos a você a 3ª versão da compilação Music From Pernambuco, que apresenta as novas produções de artistas conhecidos e, em particular, as músicas de novos artistas e bandas.Music from Pernambuco III é uma parceria entre a Astronave Iniciativas Culturais e o governo de Pernambuco, via Fundarpe.

Bonsucesso Samba Clube (2014 – Coração da boca sai)

bonsucessoCoração da Boca Sai é o terceiro disco da Bonsucesso Samba Clube.

Rogerman compôs 12 músicas em parceria com o guitarrista e produtor musical Yuri Queiroga. Quem também somou ao grupo foi o Dj e produtor, Buquinha Dub, que assina a direção musical.

Como um convite para entrar no novo embalo da Bonsucesso, a faixa que abre o disco, Brincadeiras, Levadas e Coisas Sérias é suave e despretensiosa. A levada da bateria traz uma lembrança ao funk americano de James Brown, Funkadelic e The Meters. A segunda faixa, que tem no título o nome do disco, mostra o bom desempenho POP, com guitarras de surf music e uma emoção a pulso acelerado refletidos na voz de Gabi Barreto. Um dos ápices do CD é a faixa Dia Quente, Rio que flerta com o blues norte-americano e também tem uma suavidade melódica como a bossa nova. Essa canção conta com a participação de Lenine.

Maestro SPOK, Jr. Areia, Luciano Queiroga e Ylana, Erasto Vasconcelos, João do Cello, Nena Queioga e Jr. Black, Dj Renato da Mata, Fabrício Belo, Thiago Hoover, Fábio Trummer e a banda de hardcore Devotos participam do novo CD.

ULTRAPASSANDO GERAÇÕES- Remanescente do movimento manguebeat, a banda surgiu no ano 2000, no bairro do Bonsucesso, em Olinda, época em que Rogerman acabara de sair da também olindense Banda Eddie, liderada pelo amigo Fábio Trummer. Nos seis primeiros anos de banda, lançou dois discos, no qual revelou o cantor e compositor como um dos maiores letristas desta geração. Num hiato de pelo menos cinco anos, a Bonsucesso esteve aprimorando seus horizontes musicais, e seu frontman, sempre em constante processo criativo, gravou dois discos solos e teve a música Eu Tenho Fé gravada pela cantora Baiana Pitty. No mês de março deste ano, em pleno carnaval, a banda liberou uma das canções do novo disco como sinal de retorno definitivo. A música ‘Superar’ causou ansiedade nos fãs sobre o que viria a ser mais um sucesso na carreira do grupo. Coração da Boca Sai chega ao mercado fonográfico totalmente independente, sendo distribuído pela CD Baby, uma loja de música online especializada na venda de cds e downloads digitais. Assim, o disco reflete a dedicação da BSC durante 1 ano e meio, desde a composição até a finalização desse pulsante trabalho.

Site Oficial

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Eddie (Discografia 1998 – 2015 + Extras)

Eddie-discografiaHá quase 25 anos fervendo seu caldeirão sonoro de punk rock, surf music, reggae, frevo e samba, a Eddie com seu balanço particularíssimo vem fundindo ritmos, criando novas ambiências e quebrando os paradigmas. Música orgânica, que não segue padrões de exatidão, a banda pernambucana olindense é uma legítima representante da música popular urbana que se faz hoje no Brasil.

Seguindo na estrada com Fábio Trummer (guitarra & voz), Urêa (percussão & voz), Andret (trompetes, teclados & samplers), Kiko (bateria) e Rob (baixo), a sonoridade cada vez mais original da Eddie pode ser conferida em seus cinco registros, sempre feitos em comunhão com parceiros-produtores de toda vida: Sonic Mambo (Roadrunner, 1998), Original Olinda Style (independente, 2002), Metropolitano (independente, 2006), Carnaval no Inferno (independente, 2008) e Veraneio (independente, 2011).

“Temos nossa musicalidade, nosso jeito de compor, tocar e contar nossas histórias. Uma narrativa Original Olinda Style. Um jeito de ver Olinda por todas as cidades, e de ver em todas as cidades as Olindas que elas são! Música com nosso sotaque, mas falando na língua da música do mundo”, resume o compositor Fábio Trummer.

Show síntese de tudo que a banda olindense viveu nestes anos de existência, é no palco que a Eddie propaga de forma mais certeira seu groove particularíssimo. Sua música, descontraída e extremamente dançante, gera uma atmosfera vibrante, calorosa e de alegria contagiante, como o clima das ruas do carnaval de Olinda!

Tocando no Recife, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro ou em qualquer cidade brasileira (e a Eddie já se apresentou em dezenas delas!!) a empatia entre o grupo e o público é impressionante. Ninguém, nem mesmo aqueles que estão indo pela primeira vez ao show da banda, escapam de cantar, lá pelas tantas, em alto e bom som o refrão “EU SOU EDDIE!”.

Feito! O clima catártico provocado pelo inconfundível original Olinda style acaba de conquistar mais um fã! Não é à toa que a Eddie tem público cativo onde quer que vá.

Eddie – Breve Histórico
Por Roberto Azoubel, a.k.a. Doutor Estranho
Olinda, 1989. Datar como de costume, como de costume, na Marim dos Caetés, quebrada-cenário de nossos manuais de história e chapações. “Lembra quando Nassau…? E daquela cachaça?” Duvido! Mas, recordo que foi neste ano que ouvi Pixies+Ramones+Dead Kenneds+frevo, entre outros pesos e bossas, ecoar na rua do Sol (salve o velho Pocolouco!). Todos liquidificados num só nome: Eddie.

A verdade é que desde o fogo holandês que varreu a velha vila, não se via tanto calor, transformado agora em massa sonora. Olinda e seus arredores, ainda pré-manguebeat, traduzia sua pegada, seus tipos, seus desejos, em 3 acordes e muita maloqueiragem – o Original Olinda Style em seu legítimo cavalo…

Mas as labaredas do incêndio, desta vez, não ficaram só por ali. Propagaram-se pelo mundo nas turnês da banda pelo Brasil e pela Europa. Espalharam-se também através dos seus 5 registros em discos, tocados nos mais dignos sound-systems.

Escrete com sonoridade própria, cheia de grooves peculiaríssimos e experimentações inflamáveis, a Eddie é capaz de incendiar até o mais frio dos terreiros do velho mundo, de levantar o fogo morto de ritmos quentes abafados pelo discurso da tradição, como o próprio frevo (o hit “Quando a maré encher” é frevo, meu bem!), entre outras façanhas infernais.

Fica, então, o alerta: a Eddie é combustão certeira. Cuidado, principalmente se você brinca com álcool.

Site oficial

Dáumload (Torrent Magnet)

PS: A discog está em Torrent. Após baixar, ajude a semear o arquivo. Basta deixar seu programa de torrent aberto por algumas horas sem mudar a pasta baixada de local. DNA Agradece!

 

Superlage (2014)

SUPERLAGE-CAPA-WEB-1024x1024O Suuuuuuuuperlage vai te fazer dançar. Quer apostar?

Quando a cumbia sobe a ladeira da Sé, em Olinda, dá nisso mesmo. Coisa boa. O Superlage é um grupo safado. No mais delicioso e convidativo sentido da palavra, a dupla Raimundo Alfaia e DJ Incidental entra de cabeça num universo eletrônico cheio de programações sem-vergonhas, samples libertinos, synths malandros, teclados vulgares e muita, mas muita dose de sacanagem. É música pra dançar, pra pegar na cintura da moça e levar pelo salão a noite toda. Acredite, é pra gastar a sandália o verão todinho. Faça uma trança de raiz e se prepare.

Criado em 2012, o “Daft Punk da Cumbia” se prepara para sua estréia. Com as participações especialíssimas de Jana Figarella, em oito das 12 canções, e de Alessandra Leão na contagiante “Se O Teu Desejo É Amar”, o grupo chega botando quente. Imagine essa situação hipotética: a Margareth Menezes foi pro Pará, encheu a bagagem com licor da Jumburana e foi beber lá na Bodega de Véio. O som é cumbia, é tecnobrega, tem uma pitadinha de carimbó, de axé e é pop demais. Serve pro headphone, pro sistema de som, pra equipe de som, pro carro e pro sonzinho da cozinha, mas acima de tudo é pra dançar. Duvido você ouvir qualquer uma das músicas abaixo e não mexer pelo menos o ombrinho, companheiro(a).

A canção que abre os trabalhos é “O Teu Calor”, que recebe também um remix de Lúcio K no final. Na sequência “De Tanto Esperar” vem com um refrão que casaria perfeitamente na voz de Ivete Sangalo (produção, fica a dica). Com certeza você vai se pegar cantarolando De tanto esperar perdeu a vez. De tanto esperar ficou pra depois. “La Cicimila” traz uma cumbia mais crua, com areia nas chinelas. Bem da beira da praia. “Cumbia das Flores” tem um quê de reggae, ouça bem, lá no fundinho aquele teclado em looping. Coisa phyna mesmo.
A safadeza volta pesada em “Quero Brincar de Sol”. Na beira da praia, cabelo ao vento…

”Dia de Rei” vem com a voz de Raimundo Alfaia e com overdubs bem interessantes e mais referências jamaicanas. Um recorte de “A Message To You Rudy” do The Specials começa a ganhar força em “Baila Perfumada” e se encontra com uma batida pop da pesada. A instrumental “Uh La Lai” é dessas que nasceram com o DNA paraense regada a açaí e cupuaçu. “Se O Teu Desejo É Amar” tem um pezinho no forró e ganha brilho com a bela voz de Alessandra Leão. O quase axé “Trança de Raiz” tem um dos refrões mais legais do disco. É bom fazer trança de raiz pra não ver o vento desmanchar o penteado. E a cereja do bolo “Para de Chover” poderia ser da Gaby Amarantos, Gang do Eletro, mas nasceu em Olinda e tem potencial para ser hit no Brasil todo.

Um disco sólido, bem amarrado do começo ao fim e que em momento algum, repito, em momento algum, foge da proposta de te fazer dançar. Se permita, ouça o Superlage e se joga que vale a pena demais.

Peu Araújo

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DJ 440 (2014 – O Som Muito Incrementado da Terça do Vinil Vol.02)

O-som-muito-incrementado-vol-02Ano de 2007. Uma vitrolinha antiga, pouco mais de 30 discos, papo furado com os amigos e umas cervejas num conhecido bar de Olinda. O que sete anos atrás começou como uma brincadeira,  hoje é o famigerado projeto TERÇA DO VINIL, que aos poucos se tornou parte da cidade, programa tradicional de notívagos locais e Turistas das mais diversas localidades e nacionalidades. Tendo início em Olinda e atualmente ancorados em Recife, todas as noites de Terça do ano, clássicos da Música Brasileira, Raridades e Novidades no meio Fonográfico movimentam as noites da Veneza Brasileira.
Além de levar Música de alta qualidade aos ouvintes, a Terça do Vinil busca promover o acesso por parte dos públicos tradicionais e não-tradicionais à Cultura do Vinil, difundindo ritmos como samba, samba-rock, chorinho, guitarradas, carimbó, frevo, forró entre outros ritmos brasileiros. Hoje contando com um acervo de mais de 2.000 mil discos, entre eles títulos raros de Cartola,  Nelson Cavaquinho, Chico Buarque, Tropicalistas (Caetano Veloso, Gal Costa, Tom Zé e Gil), Tim Maia, Noriel Vilela, Jackson do Pandeiro e também lançamentos da cena musical Pernambucana como Chico Science e Nação Zumbi, Ave Sangria, Orquestra Contemporânea de Olinda, Luiz Gonzaga, Nelson Ferreira, Claudionor Germano e Capiba.

O público das Terças reúne faixas etárias das mais variadas, entre 18 e 50 anos. Boa parte do público de Músicos, Artistas, Jornalistas, Designers, Colecionadores de discose Universitários. Em 2013 foi o projeto foi eleito e premiado pela revista VEJA como melhor festa durante a semana  no Recife (Melhores da Cidade 2013/2014). A TERÇA DO VINIL foi idealizada e é executada pelo DJ e Produtor Juniani Marzani, mais conhecido como DJ 440. Considerado um dos Djs mais atuantes do Estado de Pernambuco, sendo reconhecido por suas performances e inúmeros Projetos de Resgate da Música Popular Brasileira e difusão de novos artistas da cena local e nacional. O mesmo já percorreu diversos Eventos e Festivais de Música em cidades do Brasil e do mundo, como Nova York, São Paulo, Brasília, Goiás, Amazonas, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

O projeto possibilita ainda, o intercâmbio musical, recebendo regularmente variados convidados, entre DJs locais, nacionais e internacionais, colecionadores e artistas amantes das bolachas preta, o que faz cada noite do projeto ser única.

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