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Paulo Perdigão (2017 – Sonoras Batucadas)

Paulo Perdigão. Compositor e interprete de suas composições, ativista do samba. Paulo Perdigão nasceu no Rio de Janeiro em 03 de julho de 1953. Tem sua família raízes na Escola de Samba Unidos de São Carlos atual Estácio de Sá.
Com 08 anos de idade a família foi morar na Baixada Fluminense, onde tomou contato mais direto com o samba, em Mesquita antigo distrito de Nova Iguaçu. Na Escola de Samba Independente de Mesquita, quadra de chão batido no tempo em que se desfilava na antiga Praça 11. Em 1973 participou do festival de música FEMUB, organizado pelo Compositor, (Adelino Português, autor de vários sambas interpretado por Bezerra da Silva). Sua música não obteve classificação, para sua surpresa tornou se o hino na greve dos operários da Fiat em Xerém em 1979. Em 1974 é convidado a fazer parte da ala de compositores do G.R.B.C Unidos de Edson Passos, onde conviveu com grandes bambas da Baixada Fluminense, Romildo Bastos, Cabana, Bezerra da Silva, Adelzonilton, Moacir Bombeiro, Russo da Maloca, Adelson, Edson Show, Pastel, Aparecida, Gesse Formigão, Valério Mentirinha, Tieres Canedo, e tantos outros
Participou de outras escolas de samba, Unidos de Nilópolis, Leão de Nova Iguaçu, em 1989 assumiu a presidência da Unidos de Edson Passos, no grupo V dos blocos de enredo e leva a agremiação ao terceiro lugar.
Em 1992 em parceria com Tieres Canedo (Carnaval) e Vava da Ponte ganha à disputa de samba enredo, com tema “Um grito negro”. Participou do Movimento dos Compositores da Baixada Fluminense. Homenageado no CD de Bezerra da Silva. “Contra o verdadeiro canalha” na música Q.G do Samba
Em 1993 mudou-se para o Recife, e somente em 2000 volta a atuar no meio do samba com a formação do grupo Sambohêmios, grava um Demo com 08 sambas de sua autoria, participa de vários palcos carnaval Multicultural da cidade do Recife. Idealizador e um dos fundadores da Mesa de Samba Autoral. Autor do samba “No Capibaribe também tem maré”. Gravado pelo sambista pernambucano Belo X. Uma frase define Paulo Perdigão “Samba é coletividade sem essa de individualidade”.

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