Tonho Crocco (2016 – Das Galáxias)

Com produção assinada por MoMo King, o cantor, compositor e instrumentista Tonho Crocco, também vocalista do grupo gaúcho de pop rock Ultramen, faz um convite a uma viagem intergalática em seu novo trabalho-solo, intitulado Das Galáxias.

O segundo disco solo de Tonho Crocco traz em sua faixa de abertura “O Corpo e Seus Limites”, um drum’ bass gravado com dezenas de canais de beatbox.

Dando o tom dançante da obra, com influências de afrobeat e outras combinações da música africana, a canção “Baobá” tem a participação do cantor e compositor de rap e hip hop BNegão.

“Zerado o Placar” a terceira das nove faixas que compõem o disco, foi escolhida como single de abertura por representar as suas influências internacionais e, principalmente, a escola do soul brasileiro, consolidada pelos cantores e compositores Tim Maia e Cassiano – inspirações que o artista leva desde o início da carreira. A balada soul, que tem a participação de Camila Lopez e Eduardo Pitta nos vocais, ganhou um videoclipe lançado em 26 de agosto.

A instrumental “ARP 87” traz referências do renomado maestro, arranjador, instrumentista Lincoln Olivetti e da banda carioca  Black Rio.

”Das Galáxias” – faixa que dá nome ao disco – e ”Águas e Quebradas” exaltam a influência de swing/samba/rock de Tonho Crocco, adquiridas por meio de expressivos nomes da música brasileira, como Luís Vagner e Bedeu.

Eduardo Pitta também divide a autoria do samba de breque “O Bonde da História” e engrossa os vocais no samba “É com Jabá” que, além de Crocco, tem a letra assinada por Carlinhos Presidente.

O álbum de estética solar termina com “Além dos Meus Lençóis” um samba-canção que bem poderia ser a trilha de algum caso de amor perdido pela Cidade Baixa.

Para Tonho Crocco, “cada pessoa é um universo, um microcosmo à procura de felicidade e amor. A beleza disso é justamente a possibilidade desse encontro. Desse eterno ballet celestial das galáxias”. E é justamente este efeito que o cantor gaúcho propõe causar com o seu novo trabalho.

Além de Crocco (voz, guitarra e teclado), a obra é acompanhada pela Banda Partenon 80, formada por Everton Velasquez (baixo), Marco Farias (teclado), Gelson Ribeiro (bateria), Bruno Coelho (percussão), Roberto Scopel (trompete), Dejeane Arruee (trombone), Rodrigo Siervo (saxofone e flauta).

O projeto, que inclui a gravação do disco e shows de lançamento em três cidades, foi contemplado pelo edital Natura Musical Rio Grande do Sul 2015.

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